Aço em flor: a poética de Leminski entre o rigor e o acaso
“Escrevo. E pronto. / Escrevo porque preciso, / preciso porque estou tonto.” É assim que se inicia o poema “Razão de ser”, de Paulo Leminski, uma revelação em versos do que há por trás da arte do poeta curitibano. A necessidade descrita pelo eu lírico, traduzida no anseio pela produção artística e pela própria vida, é justamente o que define seu trabalho aos olhos de Fabrício Marques, autor de Aço em flor: a poesia de Paulo Leminski. Continuar lendo Aço em flor: a poética de Leminski entre o rigor e o acaso