
Victor Shimabukuro Pastor
As relações entre poder e política no século XXI
Certa vez, Aristóteles afirmou que o ser humano é um animal político. Justificada pelo que o filósofo descreve como uma inclinação natural à vida em comunidade, essa ideia atravessou os milênios e se consolidou de tal forma que, no universo contemporâneo do século XXI, pode facilmente ser tratada como um lugar-comum. Entretanto, embora a frase seja repetida e difundida em diferentes meios e contextos, a totalidade do pensamento aristotélico costuma ser esquecida. Ao defender a natureza política do homem em sua busca pela felicidade, Aristóteles tinha em mente uma configuração bastante específica de sociedade e de prática política: a pólis.
Correndo o risco de soar excessivamente redutor – ou até incoerente –, se voltarmos nossa atenção à organização social das pólis, para além de suas especificidades, perceberemos que tratamos de grupos sociais muito menores do que aquilo que hoje entendemos como sociedade. Grosso modo, considerando os modelos frequentemente ensinados durante a educação básica, podemos delimitar tais organizações entre monarquias e, no caso de Atenas, uma democracia direta e profundamente excludente. Nesse sentido, se o desenvolvimento pleno da natureza política do indivíduo dependeria das leis e da constituição da pólis, como essa dimensão se desenvolveria no contexto complexo do século XXI?
Mais do que uma organização social estruturada em torno de um núcleo urbano comum, os espaços e escalas nos quais o sujeito político pode atuar se expandiram de maneira vertiginosa. O advento da internet, as redes sociais e o espetáculo da subjetividade que atravessa nossas sociabilidades transformaram profundamente as formas de atuação política. Hoje, fazer política – e, consequentemente, exercer o poder – tornou-se algo multifacetado, que opera por diferentes vias e há muito ultrapassou os limites de uma cidade.
A ação política, contudo, não desapareceu. Após sucessivas transformações, encontrou e reencontrou diferentes maneiras de se manifestar. Este artigo discute distintos tipos de práticas de poder – simbólico, social ou político – e diferentes formas de ação política, tomando como ponto de partida oito livros publicados pela Editora da Unicamp inseridos nesse debate. As obras propõem reflexões sobre múltiplas formas, contextos e possibilidades de atuação política e exercício do poder presentes ao longo deste primeiro quarto do século XXI – embora não exclusivamente, já que a parte final do texto oferece um panorama sobre a configuração política das Américas neste período.
O primeiro ponto a ser discutido consiste em definir o que compreendemos por política. Trata-se de um conceito constantemente mobilizado no debate público e que, quase como um espectro, ronda o imaginário popular. Em maior ou menor medida, todos parecem compreender o que a palavra representa. Mas o que, precisamente, significa política?
Retomando a teoria de Philippe Schmitter, influente cientista político estadunidense, tomaremos política como a “atividade que visa a resolução de conflitos advindos da vida em comunidade; atividade essa que, ao requerer coordenação, envolve o exercício controlado do poder”.
Cenário político atual
Apesar da recente corrida armamentista e da escalada bélica que hoje atravessam o cenário internacional, desde o fim da crise dos mísseis, a queda do muro de Berlim e o encerramento da bipolarização política instaurada pela Guerra Fria, o funcionamento do poder em escala global passou a se alinhar mais ao que compreendemos como soft power. O conceito, cunhado por Joseph Nye, refere-se à capacidade de uma entidade política ou de um país influenciar ações e decisões por meio de elementos de atração e convencimento – como afinidades culturais, proximidades políticas e instrumentos de política externa –, em contraste com o hard power, fundamentado em mecanismos coercitivos ligados ao poder militar.
A noção de soft power é particularmente importante para compreender a relação entre política e poder neste século XXI, pois desloca o foco para os caminhos pelos quais o poder circula e se exerce. Ao se desvincular, ainda que parcialmente, da força militar, o poder retorna à esfera civil e passa a ser disputado por diferentes grupos, instituições e sujeitos. A questão sobre quem exerce o poder e de que forma ele é exercido ganha força, evidenciando as disputas por visibilidade, participação e reconhecimento protagonizadas por grupos historicamente marginalizados. Nesse deslocamento do poder das armas para as palavras, cria-se espaço para novas formas de ação política.
Nesse contexto, ganham destaque diversos fenômenos já mencionados, principalmente se pensarmos o universo latino-americano. Mais do que compreender a formação da polarização política contemporânea – tema que também será abordado por uma das obras apresentadas ao final deste texto –, importa refletir sobre os meios pelos quais os discursos políticos circulam no século XXI.
Como entender os debates políticos hoje?
Se retomarmos os aspectos culturais frequentemente associados ao soft power, encontramos manifestações diversas: produções cinematográficas e literárias, teatro, música, conteúdos digitais e inúmeras outras formas de expressão. A essas manifestações somam-se discursos produzidos por políticos profissionais, parlamentares, influenciadores digitais e demais agentes capazes de moldar percepções coletivas. Diante dessa organização do poder, novas competências tornam-se indispensáveis para a vida em sociedade e para o exercício da responsabilidade social.
A capacidade de desenvolver uma leitura crítica desses discursos, aliada a um senso crítico apurado e a uma postura reflexiva, torna-se fundamental para que o indivíduo compreenda seu lugar na sociedade e possa agir de maneira consciente nas estruturas sociopolíticas em que está inserido.
Diferentes maneiras de exercer o poder
Tendo isso em vista, alguns títulos publicados pela Editora da Unicamp se mostram particularmente relevantes por apresentarem formas distintas de manifestação do poder, demonstrando como o poder simbólico e político ultrapassa sua associação tradicional a figuras institucionais, como parlamentares e governantes.
- Língua como poder simbólico – Claire Kramsch

O primeiro deles, Língua como poder simbólico, talvez seja um dos mais instigantes para refletirmos sobre como as lógicas do poder se acomodam e se reproduzem em nossa sociedade.
Escrito por Claire Kramsch, professora emérita da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e ex-presidente da Associação Americana de Linguística Aplicada (AAAL) e da Associação Internacional de Linguística Aplicada (Aila), Língua como poder simbólico demonstra como as disputas por poder simbólico permeiam qualquer ato de fala, movimento discursivo ou interação verbal (seja em conversas presenciais, seja nos ambientes digitais e nas redes sociais), sobretudo em contextos de debate político.
A partir de uma ampla gama de estudos e de contribuições de filósofos, linguistas, sociolinguistas e sociólogos, a autora oferece uma perspectiva renovada sobre um tema central para a compreensão da ação política na era digital. A força de sua análise reside justamente em evidenciar como as disputas por poder se instauram por meio da linguagem e de seus usos sociais.
Ao destacar a centralidade da língua nos processos de disputa simbólica, Kramsch contribui para compreender e legitimar as reivindicações de diferentes grupos sociais que buscam ampliar sua presença e sua voz nos espaços públicos e políticos. Afinal, se o poder também se manifesta por meio das palavras, as lutas pelo reconhecimento, pela representação e pela participação passam, necessariamente, pela disputa dos discursos.
- Políticas da diferença: colaborações, cooperações e alteridades na arte – organizado por Emerson Oliveira, Maria de Fátima Couto e Marize Malta

Outra obra que merece destaque ao pensarmos as diferentes formas de exercício do poder é Políticas da diferença.
Organizado por Emerson Dionisio de Oliveira, Maria de Fátima Morethy Couto e Marize Malta, o livro discute o papel da arte, de seus agentes e de suas instituições na constituição de trânsitos culturais, bem como na formulação de políticas de inclusão e alteridade. Ao abordar diferentes experiências artísticas e curatoriais, a obra evidencia como revisões historiográficas, remapeamentos geopolíticos e novas formas de circulação cultural podem contribuir para questionar narrativas totalizantes e hierarquizadoras, sobretudo no campo das artes e dos artefatos culturais.
Emerson de Oliveira é doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB), instituição na qual atua como professor. Maria de Fátima Couto é doutora em História da Arte e Arqueologia pela Universidade de Paris I Panthéon-Sorbonne e professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Já Marize Malta é doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Mais do que discutir arte em seu sentido estrito, a obra demonstra como os processos culturais também são atravessados por relações de poder. Ao disputar narrativas, reavaliar cânones e ampliar os sujeitos reconhecidos como produtores de cultura, a arte se revela um importante campo de ação política e transformação social.
- Dramaturgias radicais: do personagem político ordinário à imaginação emancipatória – Marcos Fábio de Faria

Outro livro particularmente interessante para refletir sobre as formas contemporâneas de atuação política é Dramaturgias radicais, de Marcos Fábio de Faria.
Além de dramaturgo e escritor, o autor é professor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), graduado e mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em Estudos da Linguagem pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG).
Partindo da dramaturgia como campo de análise, o livro propõe uma reflexão sobre o Brasil contemporâneo ao defender que o teatro é uma arte essencialmente “assembleária”; ou seja, em sua prática reside uma potência política singular: a capacidade de reunir pessoas, promover encontros e criar espaços coletivos de reflexão.
Nesse percurso, Marcos Fábio desenvolve dois conceitos centrais. O primeiro é o de personagem político ordinário, que procura compreender a agência política presente nas experiências cotidianas e nos sujeitos comuns. O segundo é o de imaginação emancipatória, entendido como o reconhecimento da capacidade imaginativa popular enquanto elemento fundamental para a democracia.
Talvez o aspecto mais provocativo do livro esteja justamente na importância atribuída ao ato de imaginar. Afinal, aquilo que não encontra espaço no imaginário coletivo dificilmente pode ser reivindicado como possibilidade política ou social. Defender a imaginação como um dos pilares da democracia significa, portanto, combater processos de alienação e reconhecer a importância da construção crítica de horizontes alternativos para a vida em sociedade.
Em um contexto marcado pela circulação acelerada de informações, pela fragmentação dos debates públicos e pela influência crescente dos algoritmos sobre a formação da opinião, a valorização da imaginação crítica aparece como uma ferramenta indispensável para a participação democrática e para o exercício consciente da cidadania.
Novos sujeitos políticos
Dessa ampliação dos fazeres políticos, que abarca a linguagem, as artes e diferentes manifestações culturais (todas elas instrumentos de disputa simbólica), observamos a entrada de novos sujeitos políticos em espaços historicamente restritos. Mais do que um movimento de inclusão, esse processo evidencia conquistas de grupos anteriormente marginalizados ou inviabilizados pelas elites detentoras do poder e sua crescente participação nas disputas por reconhecimento, representação e influência.
Compreender essas outras formas de exercício do poder torna-se, portanto, fundamental para entender a dinâmica política contemporânea e os múltiplos caminhos pelos quais diferentes agentes podem atuar na esfera pública.
Nesse contexto, outros três livros se mostram especialmente relevantes por abordarem transformações sociais, disputas por representatividade e a emergência de novos sujeitos políticos ao longo do século XXI. São obras que revelam estruturas desiguais de poder e destacam a atuação de diferentes grupos sociais em variados contextos políticos, aspecto essencial para a manutenção e o fortalecimento das democracias contemporâneas.
- Mulheres, poder e ciência política: debates e trajetórias – organizado por Flávia Biroli, Cristina Buarque de Hollanda, Vanessa de Oliveira, Carla Almeida e Luciana Tatagiba

Organizado por Flávia Biroli, professora da Universidade de Brasília (UnB), Luciana Tatagiba, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Carla Almeida, professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Cristina Buarque de Hollanda, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), e Vanessa de Oliveira, professora da Universidade Federal do ABC (UFABC), Mulheres, poder e ciência política propõe compreender, a partir de diferentes perspectivas, o lugar das mulheres na ciência e na política.
Alinhada ao fazer historiográfico, a obra percorre passado e presente para investigar como as mulheres foram, e continuam sendo, invisibilizadas nesses espaços de poder e de que maneira vêm, gradualmente, conquistando seu espaço – ainda que em condições desiguais. Outro objetivo do livro é analisar a contribuição feminina para a expansão do campo disciplinar da ciência política no Brasil e na América Latina.
- Todos estes anos de gente: história social, protesto e política na América Latina – organizado por Andrea Andújar e Ernesto Bohoslavsky

Estruturado a partir dos debates e apresentações realizados em uma mesa-redonda do Segundo Congresso Internacional da Associação Latino-Americana e Ibérica de História Social (ALIHS), Todos estes anos de gente propõe refletir sobre a relação entre vida intelectual e política no contexto latino-americano.
Mais especificamente, a obra investiga como os historiadores acadêmicos da América Latina se relacionaram com sujeitos engajados em protestos e mobilizações sociais em seus respectivos contextos, bem como os movimentos dos quais participaram e as causas políticas que orientaram suas ações ao longo da última década. Trata-se, portanto, de um livro sobre a passagem do tempo, os vínculos entre as pessoas e as múltiplas formas de engajamento político.
Andrea Andújar é doutora em História pela Universidade de Buenos Aires (UBA), pesquisadora do Instituto Interdisciplinar de Estudos de Gênero da Faculdade de Filosofia e Letras, docente em cursos de graduação e pós-graduação na Argentina e membra do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet). Ernesto Bohoslavsky é doutor em América Latina Contemporânea pela Universidade Complutense de Madrid, professor na Universidade Nacional de General Sarmiento e pesquisador independente do Conicet.
- Novo sujeito coletivo: a governança de populações em três tempos do capitalismo no Brasil – Marcio Pochmann

Escrito por Marcio Pochmann, doutor pela Unicamp, professor titular do Instituto de Economia da Universidade, pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit-Unicamp) e atual presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Novo sujeito coletivo investiga as reconfigurações da estrutura da sociedade brasileira durante o primeiro quarto do século XXI, considerando também os desafios e questões emergentes da era digital.
A obra analisa a sociedade brasileira e suas diferentes modalidades de governança em três momentos distintos: o capitalismo agrário, o capitalismo urbano-industrial e, por fim, o capitalismo digital. Ao fazê-lo, oferece ferramentas para compreender as transformações recentes nas formas de organização social, trabalho e participação política.
Panorama político das Américas no século XXI
Todos esses livros tratam, contudo, da ação política e do exercício do poder em contextos mais específicos. Embora abranjam diferentes temporalidades, geografias e formas de atuação, falta-lhes o escopo de uma obra dedicada a compreender, em perspectiva mais ampla, como se desenvolvem a organização política, os movimentos desses agentes e, voltando ao contexto latino-americano, a maneira como nossa região se insere em disputas de poder de escala global.
Esse tipo de estudo não constitui, afinal, a proposta dos livros apresentados até aqui. Cabe, então, apresentar outros volumes que ajudam a preencher essa lacuna. São obras essenciais para a compreensão da política contemporânea nas Américas como um todo – resultado de um cenário moldado por inúmeros processos históricos, econômicos, culturais e ideológicos complexos e profundamente políticos. Nesse contexto, podemos pensar tanto nas dinâmicas associadas ao soft power quanto naquelas relacionadas ao hard power.
Esses livros exploram temas como disputas geopolíticas locais e internacionais, circulação de ideias, impactos sociais das transformações globais recentes e a reorganização das direitas latino-americanas, fenômeno que pode ser entendido como uma manifestação regional de movimentos políticos observados em diferentes partes do mundo.
- O segundo círculo: centro e periferia em tempos de guerra – organizado por Fernando Rugitsky, André Singer, Bernardo Ricupero e Cicero Araujo

Com título que remete ao inferno dantesco, O segundo círculo traça os contornos do contexto geopolítico internacional, procurando localizar pontos críticos da contemporaneidade e suas consequências para as democracias latino-americanas.
Abordando temas que vão das transformações na política estadunidense à precarização do trabalho na China, passando pelo retorno de uma lógica de bipolarização mundial, o livro observa os desdobramentos da crise da democracia e discute possíveis caminhos e oportunidades para a periferia capitalista nesse cenário.
A coletânea é organizada por André Singer, Bernardo Ricupero – ambos professores do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) –, Cicero Araujo, professor do Departamento de Filosofia da mesma instituição, e Fernando Rugitsky, professor de Economia da University of the West of England, em Bristol, Inglaterra. Todos integram o grupo de pesquisa “Pensamento e política no Brasil”, vinculado ao Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania (Cenedic-USP).
- Um atlântico liberal: think tanks, Vargas Llosa e a ofensiva de direita na América Latina – María Julia Giménez

Escrito por María Julia Giménez, doutora em Ciência Política pela Unicamp, mestra em História e Memória pela Universidad Nacional de La Plata (UNLP) e bacharel e licenciada em História pela Universidad Nacional del Sur (UNS), ambas na Argentina, Um atlântico liberal analisa o avanço das direitas e o reposicionamento da agenda liberal na América Latina a partir do papel desempenhado pelos think tanks.
Tendo como foco as ações desenvolvidas por essas instituições, responsáveis por mediar a relação entre conhecimento acadêmico e formulação de políticas públicas, a autora investiga redes transnacionais atuantes na América Latina para compreender as ideias, estratégias e significados mobilizados por ações coletivas articuladas em escala regional.
A obra discute, assim, as razões da resiliência do neoliberalismo, as formas de atuação desses grupos e os imaginários políticos que sustentam suas disputas por hegemonia, oferecendo importantes ferramentas para compreender as transformações recentes do campo político latino-americano.
Novas formas de fazer política
Uma boa forma de encerrar este artigo talvez seja retomar outro importante pensador da Grécia Antiga. Voltando-nos ao mestre de Aristóteles, Platão, encontramos em sua Alegoria da Caverna uma síntese da relevância dos livros apresentados ao longo deste texto.
Em um mundo no qual diferentes agentes disputam a atenção pública por meio de algoritmos, campanhas publicitárias, discursos polarizadores e estratégias de comunicação cada vez mais sofisticadas, ampliar a compreensão sobre as ações de poder na atualidade pode representar um importante caminho para o desenvolvimento da autonomia crítica – nossa chegada ao mundo exterior.
Ao estimular uma leitura mais atenta da realidade política e social, os livros aqui apresentados aproximam o leitor de diferentes formas de participação política existentes na sociedade contemporânea. Dessa maneira, contribuem para sua formação cidadã ao abrir caminhos para uma atuação mais consciente e qualificada na esfera pública.
Ao reunir diferentes perspectivas sobre política, poder e sociedade, a Editora da Unicamp reforça o papel da formação crítica, possibilitando, assim, um verdadeiro funcionamento da democracia.
Explore também outros títulos de Política e Sociedade disponíveis no catálogo da Editora da Unicamp.