Mais de 60 livros da Editora da Unicamp para ler nas férias

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A  cada ano, o tempo passa mais depressa, não é mesmo? Precisamos correr para cumprir nossas resoluções de ano novo. Quais são as suas metas? Muita gente tem o desejo de tirar um tempo maior para a leitura e as férias escolares podem ser o momento perfeito para relaxar e, de quebra, aproveitar um bom livro.

Pensando nisso, fizemos uma lista com todos os livros dos mais variados gêneros que prometem ser ótimas companhias nos momentos de descanso e que estão em promoção no site da Editora da Unicamp. Confira!

1. 20 sonetos – Luís de Camões

Neste livro, encontramos um Luís de Camões que, diante dos desafios de sua época e de sua geração, foi responsável por uma revolução na poesia em língua portuguesa. Vemos o poeta que participa de refinados jogos na corte, enfrenta tempestades nos mares e nos amores, escreve sonetos teatrais, visuais, musicais e experimenta novas maneiras de escrever e pensar poesia. Os 20 sonetos de Camões aqui reunidos são uma excelente amostra de uma poesia lírica que, apesar de distante de nós no tempo, permanece contemporânea dos leitores que dela se aproximam. Enriquecida com uma fundamentada introdução, notas aos poemas e esclarecedores comentários, esta edição pretende tornar a leitura dos sonetos mais atualizada e informada, tanto para estudantes de ensino médio e universitários quanto para professores e amantes de poesia. Leia mais no blog da Editora da Unicamp.

De: R$ 37,00

Por: R$ 18,50

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2. 31 poetas 214 poemas: do Rigveda e Safo a Apollinaire – Uma antologia pessoal de poemas traduzidos, com notas e comentários – Décio Pignatari

Esta antologia é uma espécie de volta ao mundo da poesia — em nove línguas. Conduzidos pelo poeta, tradutor, crítico, romancista e teatrólogo Décio Pignatari, partimos dos hinos do Rigveda, no século XVI a.C., e desembarcamos em pleno século XX, com os Versos a Lou, de Guillaume Apollinaire. A natureza abrangente e díspar do livro só acentua o desafio que há no projeto desta antologia pessoal que, além de aproximar Oriente e Ocidente, transporta 31 poetas e carrega, na bagagem de Babel, 214 poemas escritos em sânscrito, grego, latim, chinês, provençal, inglês, Italiano, alemão e francês. O tradutor confirma mais uma vez sua versatilidade, revelando-se tanto um libertino da língua, na recriação das peças lírico-eróticas de Safo, Catulo e Marcial, como um “zemiótico”, pela precisão vocabular empregada na tradução dos poetas da dinastia Tang.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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3. Poem(a)s – E. E. Cummings

Um dos inventores da poesia moderna, E. E. Cummings atua diretamente sobre a palavra — desintegra-a e cria, com suas articulações e desarticulações, uma verdadeira dialética de olho e fôlego, que faz do poema um objeto sensível, quase palpável. Sua poesia constitui uma das mais sérias tentativas de fazer funcionar dinâmica e poeticamente o instrumento verbal, reduzindo a um mínimo a distância entre experiência e expressão. 

De: R$ 69,00

Por: R$ 34,50

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4. Byron e Keats: Entreversos – Byron & Keats

Byron era um artista do verso. Os XVII Cantos do D. Juan (1818-1823) contêm perto de 2 mil estrofes em oitava-rima, quase o dobro de Os Lusíadas. Cerca de 16 mil versos de elaboração complexa e rimário insólito. Radical, não cedeu à censura. Os primeiros cantos do D. Juan foram publicados anonimamente, tal era o risco de serem confiscados. A obra de Keats é aqui representada por quatro de suas Odes (1819), dois sonetos (1816-1818) e um fragmento do poema longo, Endymion (1817). O poeta tinha 20 e poucos anos quando escreveu essas maravilhas. Confrontadas aqui, as poéticas de Byron e de Keats reemergem solidarizadas como contradições heurísticas e dialéticas da linguagem poética. Discórdias aparentes, ao cabo concordantes e parentes. (A.C.)

De: R$ 49,00

Por: R$ 24,50

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5. A cidade feliz – Francesco Patrizi da Cherso

Este livro nos oferece a oportunidade de ler uma utopia pouco conhecida e ao mesmo tempo poder cotejá-la com o contexto histórico em que foi produzida. Apresentamos a cuidadosa tradução feita por Helvio Moraes da utopia de Francesco Patrizi da Cherso, A cidade feliz, publicada em Veneza em 1553. Nesse texto, defrontamo-nos com um outro modelo utópico. Nele, não está presente o relato de viagem, mas sim a apresentação de um projeto de uma cidade, onde, através da razão e da ciência, pode-se alcançar o bem maior desejado pelos homens, a felicidade. A utopia de Patrizi é um convite à leitura de um texto já quase esquecido no passado, mas que se atualiza pelo modo como o exercício negativo da liberdade se desvia de uma razão instrumental, tão presente no pensamento e na ação políticos dos dias atuais.

De: R$ 49,00

Por: R$ 24,50 

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6. Sermões de Quarta-feira de Cinza – Antonio Vieira

Em três sermões de Quarta-feira de Cinza, data que marca o início do período quaresmal no calendário católico, o jesuíta português Antonio Vieira (1608-1697) tratou da morte como cerne da consciência cristã, como objeto de temor que orienta as práticas da existência e ainda como forma última do desejo. Em seu conjunto, os argumentos relativos à eternidade, à hora da morte e às misérias da vida e dos vivos compõem uma dialética afetiva de temor e consolação que está na base de uma surpreendente arte de morrer. Assista ao programa Café com Conversa e saiba mais sobre o livro.

De: R$ 29,00

Por: R$ 14,50 

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7. Canções sem metro – Raul Pompeia

Raul Pompeia não é propriamente um autor esquecido, mas a fortuna crítica concentrada em O Ateneu (1888) minimizou a riqueza de sua obra extensa e multifacetada, reduzindo-o à ingrata e equivocada condição de “autor de um livro só”. A rigor, ele produziu muito mais fora do gênero romanesco: crônicas, contos, novelas, ensaios, artigos, caricaturas, desenhos, capas de livro e poemas em prosa são algumas das searas em que se aventurou. Prova disso são as Canções sem metro, obra iniciadora do poema em prosa no Brasil.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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8. A falência – Júlia Lopes de Almeida

Com A falência, de 1901, Júlia Lopes de Almeida inaugura a integração de nossa literatura ao século XX. Ao dar esse passo na direção dos novos tempos, faz um balanço do que ocorrera até então. Como sugere o título, identifica resultados negativos: o Brasil libertara os escravizados, mas permanecia racista; as mulheres não alcançavam sua emancipação; persistiam a desigualdade social e a hipocrisia moral. Contudo, A falência não é um tratado de economia ou de sociologia, mas um romance muito bem armado. A partir da história de Francisco Teodoro e seus familiares, amigos, amantes e agregados, a autora ilumina e entrecruza suas respectivas trajetórias. Desse tecido bem articulado resulta uma narrativa ágil, que conquista o leitor, ao qual resta apenas a vontade de seguir em frente, para conhecer seus destinos. Leia mais no blog da Editora da Unicamp.

De: R$ 42,00

Por: R$ 21,00

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9. A Trágica História do Doutor Fausto e a História do Doutor João Fausto de 1587: O nascimento de uma tradição literária – Christopher Marlowe

Encenada pela primeira vez na virada dos anos 1580 para os 1590, A Trágica História do Doutor Fausto, de Christopher Marlowe, rapidamente se transformaria numa referência para o teatro elisabetano. Para além das fronteiras da Inglaterra, a peça iria se tornar um marco na instituição do tema fáustico, um dos mais poderosos mitos literários da modernidade. E não foi pelo entrecho que essa peça alcançou estatuto tão alto. Afinal, histórias de pactos com o demônio remontam aos primeiros séculos da Cristandade, e mesmo seu herói, o tal Doutor Fausto, remete a um sábio alemão que ganhara fama de pactário. Era figura já conhecida, e relatos sobre ele circularam oralmente por décadas, até que, em 1587, serviriam de matéria para um livro anônimo de intenções moralizantes publicado em Frankfurt: História do Doutor João Fausto. Esse livro teve grande sucesso, sendo rapidamente traduzido e publicado na Inglaterra. Foi nessa tradução que Marlowe encontrou mote para sua peça, que ultrapassa em muito o moralismo para tratar dos meandros da consciência e do desejo num tempo (que ainda é o nosso) em que a noção de indivíduo atingia um outro patamar, de autonomia e centralidade na vida social. Este volume reúne traduções dos dois livros, acompanhadas de material crítico, o que permite ao leitor fruir os textos e, adicionalmente, acompanhar o nascimento de um mito fundamental da literatura ocidental. Leia mais no blog da Editora da Unicamp.

De: R$ 146,00

Por: R$ 73,00

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10. Cancioneiro – Francesco Petrarca

Cancioneiro de Petrarca, concluído por volta de 1370, foi o principal modelo de poesia lírica amorosa no Ocidente. Nele, Petrarca abriu o caminho para uma poesia do sentimento, num jogo emocionante com a razão, e com uma nova linguagem. O que há de solene, de quase escultural em Dante torna-se variado, por vezes esvoaçante, em Petrarca. A fortuna favoreceu mais o primeiro, mas o segundo deixou marcas mais fundas, que perduram até hoje na poesia. São 366 poemas, sendo 317 sonetos, 29 canções, 9 sextinas, 7 baladas e 4 madrigais. O tema central é o amor, em vida e depois da morte de Laura. Mas há também poemas que nos situam no cotidiano do poeta, como o da velhinha, de manhã bem cedo, rodando seu tear.

De: R$ 229,00

Por: R$ 114,50

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11. Um sabiá sujo – Marcos Rodrigues

Este livro é uma viagem pela América do Sul sob a luz de uma espécie de ave que só foi descoberta em 2007 e formalmente descrita em 2012. Inicialmente a ave mais parecia um sabiá sujo, mas hoje é conhecida como pedreiro-do-espinhaço. Existem mais de dez mil espécies de aves no planeta. Qual seria a importância de mais uma nesse contexto de milhares? A descoberta do pedreiro-do-espinhaço suscitou um enigma biogeográfico, pois ele pertence a um grupo de espécies que se originou e evoluiu nas altas montanhas da Cordilheira dos Andes e nos frios campos da Patagônia. Como poderia ter surgido nas montanhas de Minas Gerais, local tão distante dessas regiões? O livro é sobre esse paradoxo biogeográfico explicado à luz das mais recentes descobertas da biologia evolutiva em linguagem que lembra um thriller investigativo.

De: R$ 77,00

Por: R$ 38,50

12. Vida de Michelangelo Buonarroti – Giorgio Vasari

A biografia de Michelangelo Buonarroti, escrita por Giorgio Vasari em 1550 e novamente em 1568, é o documento histórico primordial em que se baseia o essencial de nosso conhecimento sobre a vida e a obra do grande artista. Vasari publica a primeira edição de sua obra quando Michelangelo, grande amigo seu e assíduo correspondente, era ainda vivo. Além de ter recolhido de primeira mão muitas das informações nela consignadas, esta biografia é a primeira a situar o artista no centro da história da arte italiana, não apenas porque o vê como o ponto de chegada de um ciclo histórico de três séculos, mas em parte também porque o biógrafo parece consciente de que a arte de seu amigo apontava para um horizonte situado muito além da recepção adversa que começava então a se desenhar. Pela primeira vez traduzida integralmente em língua portuguesa, esta Vida de Michelangelo baseia-se na edição de 1568, revista e muito ampliada por Vasari, e o comentário que ela engendra procura cotejá-la com outras fontes disponíveis no século XVI, além de dar a devida evidência à imensa literatura artística contemporânea sobre o artista.

De: R$ 146,00

Por: R$ 73,00

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13. Registro – Crônicas da Belle Époque carioca – Olavo Bilac

Este volume reúne crônicas publicadas por Olavo Bilac (1865-1918) no vespertino carioca A notícia, de 1900 a 1908. Graças ao cuidadoso trabalho de Alvaro Santos Simões Junior, é pos­sível conhecer uma faceta ainda pouco valorizada do poeta parnasiano. Em estilo seguro, claro e elegante, vai-se configurando, ao longo de quase uma década, um sugestivo e nuançado quadro do Rio de Janeiro do início do século XX. Conhecido pela sua habilidade de tornear versos que se tornaram antológicos, Bilac demonstra que, ao dedicar-se intensamente ao jornalismo, não ficou alheio às questões de seu tempo. O ensaio introdutório do organizador, neste sentido, é iluminador, ao explicar as diversas facetas dos textos e ponderar sobre suas implicações na obra do poeta.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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14. Bilac, o Jornalista – Antonio Dimas

Coletânea composta por dois volumes de crônicas e um de ensaios, que propõe a leitura de um novo Bilac. Este é um trabalho de paciente garimpagem do autor, na imprensa do Rio e de São Paulo, entre 1890 e 1910, que apresenta o poeta líder do movimento parnasiano como jornalista que presenciou a modernização carioca e por ela se abateu, na expectativa de que nossa cidadania chegasse mais cedo e fosse mais longe.

De: R$ 206,00

Por: R$ 103,00

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15. Souvenirs – Fernando de Tacca

“[…] Ocultando as vibrações sentimentais revividas de suas madeleines, Tacca faz vibrarem esses objetos souvenirs para além de sua própria lembrança, na intensidade intrínseca que cada um possui. Ao mesmo tempo, indica que são portadores de memória ignorada, pois permitem intuir algumas frestas produzidas por falhas em descompasso. As fotos se constituem como um elo entre o espectador e o visível, entre eu e um outro que não se dá inteiramente, que adere e que se distancia de mim. A imagem é determinada no espaço (da composição) e no tempo, ou, antes, nos tempos – o da incorporação sentimental desses souvenirs, o do clique fotográfico, o da exposição ao olhar” (Jorge Coli, no texto de apresentação).

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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16. Crônicas e outros escritos de Tarsila do Amaral – Laura Taddei Brandini

Além de pintora fundamental para o desenvolvimento do ideário modernista brasileiro, Tarsila do Amaral é também autora de vasta produção escrita, publicada quase integralmente em jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro entre 1936 e 1956, e que engloba poemas, crônicas e um conto. Em sua maioria inéditos em livro, seus textos lançam luzes sobre facetas da artista pouco estudadas, porém bastante ricas, como, por exemplo, sua visão do meio artístico-cultural de São Paulo e, sobretudo, as estreitas relações da pintora com a cultura francesa, presentes nas crônicas. Nesses textos, as lembranças dos encontros com artistas europeus de vanguarda e uma extensa bibliografia francesa traduzida e comentada compõem a ponte que liga a autora Tarsila a seus leitores, e que passa pela França.

De: R$ 97,00

Por: R$ 48,50

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17. Aetna / Etna Matheus Trevisam

No poema Aetna, um poeta anônimo da segunda metade do século I d.C. explica aos leitores as erupções do monte Etna, na Sicília. Servindo-se de teorias expostas por escolas filosóficas do passado, o autor pretendeu desmitificar os receios humanos diante da natureza: suas chamas seriam devidas à agitação natural dos elementos – ar e fogo – nas galerias subjacentes ao monte, e não aos movimentos de Gigantes ou à operação da forja de Vulcano nas entranhas do Etna. Em sua primeira tradução para a língua portuguesa, a obra interessa a estudiosos de literatura e também a pesquisadores da história das ciências, particularmente filósofos, geógrafos e geólogos, já que documenta o conhecimento que os antigos romanos tinham sobre vulcanologia. Aetna é um elogio à primazia da ciência sobre a superstição e o saber popular. Uma discussão sobre mito e ciência no mundo greco-romano em que a geologia, a Poesia e várias lendas associadas ao Etna se entrelaçam.

De: R$ 55,00

Por: R$ 27,50

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18. A ascensão da levedura – Nicholas P. Money 

Este livro conta a história surpreendente da importância da levedura no desenvolvimento da civilização humana. “Era uma vez um micróbio que…” passou a fazer parte da produção de cerveja, de vinho e de pães, há cerca de dez mil anos. Desde então, nunca mais deixamos de ser parceiros desse fungo extraordinário. No século XIX tomamos consciência de sua existência e passamos a aplicar conhecimentos científicos para melhorar os processos de produção de alimentos. Com o tempo, esse fungo unicelular demonstrou ser um excelente material para estudos científicos, e muito do que sabemos hoje em biologia, incluindo a cura de inúmeras doenças, foi desvendado com a ajuda da levedura. Até as mudanças climáticas, problema fundamental, podem ser combatidas usando biocombustíveis produzidos por leveduras, que também vivem em nossa pele e em nosso sistema digestivo. Usando uma linguagem acessível e que provoca a curiosidade do leitor, mas sempre com embasamento científico, esta obra abre nossos olhos para a poderosa e indissociável realidade microscópica que nos envolve.

De: R$ 58,00

Por: R$ 29,00

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19. Haikai – Antologia e história – Paulo Franchetti & Elza Taeko Doi

Publicado em 1990, este livro constituiu a primeira exposição sistemática da poética do haikai em língua portuguesa, bem como a primeira publicação bilíngue de um conjunto significativo de poemas. Tornou-se assim, como o demonstram as inúmeras referências e as três seguidas edições, um clássico no estudo e na divulgação da poesia japonesa no Brasil. Passado quase um quarto de século, como ainda houvesse demanda de novas tiragens, surge esta nova edição, que mantém as partes centrais do livro e acrescenta, a título de atualização, dois ensaios diretamente decorrentes das pesquisas que conduziram à redação deste volume, dedicados à história do haikai no Brasil.

De: R$ 71,00

Por: R$ 35,50

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20. O futebol nas ciências humanas no Brasil – Marcelo Weishaupt Proni e Sérgio Settani Giglio

Este livro reúne um time campeão, composto por pesquisadores de peso, oriundos de diversas áreas do conhecimento. É uma iniciativa inédita no Brasil, por sua abrangência. Retrata o futebol como objeto de estudo no campo da política, da história, da sociologia, da antropologia, da geografia, da economia, da pedagogia, da comunicação e da literatura. Os capítulos tratam de temas tradicionais, como identidade nacional, democracia e racismo. E também de assuntos frequentes em debates promovidos pela mídia esportiva, como a produção de ídolos, a violência entre torcidas e a Copa do Mundo. Em sintonia com questões atuais, o livro traz ainda estudos sobre o árbitro de vídeo e sobre gênero. Sem dúvida, na academia, o futebol é levado muito a sério.

De: R$ 176,00

Por: R$ 88,00

21. O colóquio dos cães – Versão bilíngue – Miguel de Cervantes

O colóquio dos cães, uma das 12 histórias publicadas por Cervantes em 1613 sob o título Novelas exemplares, é publicada em edição bilíngue (espanhol-português) pela Editora da Unicamp. Trata-se de uma conversa entre os cães Cipião e Berganza, que guardam o Hospital da Ressurreição em Valladolid, na Espanha. Ao perceber que adquiriu a faculdade de falar, Berganza decide contar a Cipião suas experiências servindo a distintos amos, em lugares como Sevilha, Córdoba e Granada. A partir da estrutura básica da novela picaresca, Cervantes questiona pressupostos e técnicas desse tipo de narrativa, refletindo sobre as relações entre literatura e realidade.

De: R$ 37,00

Por: R$ 18,50

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22. O Alienista – Versão bilíngue – Machado de Assis

Situada entre o conto e a novela, O Alienista é uma das obras mais célebres de Machado de Assis, apresentada agora em edição bilíngue (português-espanhol) pela Editora da Unicamp. Publicada em 1882, pode ser considerada uma das obras fundadoras do realismo na literatura brasileira. Narra a história de Simão Bacamarte, médico conceituado que se envereda pela psiquiatria e funda um hospício, a Casa Verde, onde passa a internar todas as pessoas da cidade, por considerá-las loucas.

De: R$ 37,00

Por: R$ 18,50

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23. O espelho – Esboço de uma nova teoria da alma humana – Machado de Assis

“O espelho”, que é um dos contos mais conhecidos e apreciados de Machado de Assis, apresenta e defende uma teoria: “cada criatura humana traz duas almas consigo”. Como se não bastasse um grande autor e uma boa história, a Editora da Unicamp preparou uma edição mais do que especial. Por meio de um aplicativo baixado no celular (disponível apenas para Android), este livro pode ser ouvido e assistido. Pode ainda ser confundido com o ambiente em que se dá a leitura, por meio de efeitos de Realidade Aumentada. É também acessível para surdos, que contam com tradução integral para Libras, e para pessoas com deficiência visual, em versão ePub. Leia mais no blog da Editora da Unicamp.

De: R$ 25,00

Por: R$ 12,50

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24. Bons dias! – Machado de Assis

“Bons dias!” são crônicas divertidas e sagazes de Machado de Assis, publicadas com um pseudônimo que fez com que não fossem reconhecidas como de sua autoria até a década de 1950. Têm um fascínio especial no que diz respeito às opiniões políticas do autor. A série — publicada em 1888-1889 — coincide com um momento importantíssimo na história do Brasil — a abolição da escravatura e o fim gradual e inevitável do Império. Além da política da época, trazem ainda para o leitor de hoje certos temas favoritos de Machado, como a medicina popular, os neologismos, o espiritismo. A primeira e a segunda edição deste livro estão esgotadas há muito tempo; esta terceira, atualizada, traz melhoramentos nas notas e uma nova introdução.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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25. Comentários da semana – Machado de Assis

Em 1860, Machado de Assis, depois de ter sido sondado em suas convicções políticas, foi contratado pelo jornal de perfil liberal Diário do Rio de Janeiro, de que eram diretores Quintino Bocaiúva e Saldanha Marinho, os quais viriam a ser considerados dois vultos políticos do Império brasileiro. Esse acontecimento foi, sem dúvida, de grande importância para a carreira do jovem Machado, que, desde meados da década de 1850, colaborava esporadicamente ou escrevia séries relativamente curtas para a imprensa carioca do século XIX; por outro lado, abriu caminho para o início de uma atividade literária que o escritor repetiria por ainda quase 50 anos: a de cronista de variedades, alcançando grande destaque nessa posição ao longo do tempo.

De: R$ 49,00

Por: R$ 24,50

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26. Carta de achamento do Brasil – Pero Vaz de Caminha

Escrita em maio de 1500 em Porto Seguro, Bahia, a carta do escrivão Pero Vaz de Caminha ao rei D. Manuel assemelha-se a um relato de viagem. Mais do que descrever a terra e a natureza, brevemente vistas durante os nove dias em que a frota de Pedro Álvares Cabral esteve no que viria a ser o Brasil, a narrativa é centrada nos povos indígenas, e as palavras de Caminha, hábil escritor, pintam imagens vívidas do que observou, pretendendo informar e maravilhar o seu interlocutor. A “Carta” nos surpreende com questões que até hoje, mais de 500 anos depois, permanecem agudamente presentes, tais como a ameaça da mineração aos povos indígenas, o direito à propriedade da terra e o apagamento de vozes não europeias. Nesta edição modernizada, uma introdução contextualiza a carta em seu tempo, destaca sua singularidade e aponta as apropriações culturais e políticas que dela se fizeram. As notas explicam o texto passo a passo, abrindo caminhos para uma interpretação atualizada e crítica.

De: R$ 27,00

Por: R$ 13,50

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27. Notas semanais – Machado de Assis

Entre 2 de junho e 1º de setembro de 1878, Machado de Assis publicou uma série de crônicas n’O Cruzeiro, sob o pseudônimo de Eleazar. Elas formam uma das mais fascinantes de todas as séries que ele escreveu para os periódicos ao longo de sua carreira — ao mesmo tempo uma das mais difíceis de entender e das mais cruciais para a compreensão de sua trajetória literária. Como sempre é o caso com Machado, as crônicas referem-se com freqüência, de maneira oblíqua, a casos, triviais ou não, relatados nos jornais, e é impossível entendê-las completamente sem as notas detalhadas que esta edição traz. O humor e a agudeza crítica machadianos sempre presentes tornam a leitura destes textos instigante e reveladora.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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28. O Futuro – Machado de Assis

Este volume apresenta ao público uma nova edição da série de 16 textos que o jovem Machado de Assis publicou na revista literária luso- -brasileira O Futuro, entre setembro de 1862 e julho de 1863. Por intermédio de vasta pesquisa em diferentes arquivos e bibliotecas, as crônicas foram estabelecidas, anotadas e indexadas a partir de exemplares originais do periódico, possibilitando desse modo a correção das falhas presentes na única edição conhecida da série, há décadas fora de catálogo.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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29. Osso do Coração – Zuca Sardan

“Sardan utiliza os encantos dos mitos infantis para melhor desvendar aos adultos os desencantos do mundo. São fábulas e apólogos narrados com uma delicada pena de urutau, constantemente banhada em ironia e humor sem equivalentes nas letras pátrias. É como se ele relatasse para nós a vida (o mundo) como ela (ele) é e a gente não se desse conta”. (Francisco Alvim)

De: R$ 54,00

Por: R$ 27,00

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30. Ás de Colete – Zuca Sardan

“Rir-se da intimidade lírica, dos ideais humanistas e das utopias políticas é praticamente um dever dos ‘modernos’, que sabemos tudo e somos mais espertos. Zuca Sardan finge acompanhar e municiar esse riso tolo, numa grande e festiva liquidação — mas seus temas revolvem, sim, o Poder, a Moral, a Ética e a Política, materializados em suas fontes e manifestações históricas mais agudas enquanto despencam no chão do estilo macarrônico. Não nos enganemos: esse estilo não dispensa vibrações subterrâneas”. (Alcides Villaça, na Apresentação)

De: R$ 42,00

Por: R$ 21,00

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31. Ossos do mundo – Flávio de Carvalho

Os Ossos do Mundo é um livro de viagens no qual o autor registra sua passagem pela Europa de setembro de 1934 a fevereiro de 1935. Como não segue um roteiro definido nem registra o encontro com personalidades em destaque à época, funciona como um caleidoscópio no qual o artista vai substituindo capítulo a capítulo as paisagens e os países que apresenta, e as questões e especulações que sucessivamente desenvolve. Assim, da referência extensa aos Congressos realizados em Praga e que motivaram a viagem, o artista se entrega à busca de um monarca cigano. O quadro da pintura moderna que constrói é contrabalançado por sua fixação nas ruínas a que se refere como memória do não acabado. O capítulo final é um mergulho na pintura italiana a partir do que o artista denomina fenômeno da Madona e Bambino.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

32. O Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos do Bom Pantagruel – François Rabelais

Escrito por François Rabelais, “O Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos do Bom Pantagruel” trata da viagem do personagem Panurge em busca de uma resposta para a dúvida: Ele deve ou não se casar? Não obstante os oráculos o avisarem de que não, ele decide buscar a palavra da Diva Garrafa, que habita numa ilha longínqua. Apesar de ser um clássico do século XV que já recebeu diversas traduções, O Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos do Bom Pantagruel ainda é um desafio literário, com passagens nem sempre bem explicadas. A nova edição que a Ateliê Editorial e a Editora da Unicamp acabam de lançar traz ilustrações feitas no século XIX pelo artista Gustave Doré e foi traduzida por Élide Valarini Oliver, professora na Universidade da Califórnia (EUA), que recebera o Prêmio Jabuti de Tradução 2007 pelo trabalho em O Terceiro Livro do Bom Pantagruel.

De: R$ 161,00

Por: R$ 80,50

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33. Orlando Furioso: Tomo I – Ludovico Ariosto

Loucura e razão, como a irrefreável fantasia das imagens e a construção perfeita das estrofes, dialogam em páginas famosas (Alcina Sedutora, Olímpia Traída, o Palácio de Enganos, a Ilha das Mulheres, Rodomonte em Paris, Miguel no Mosteiro, Medoro Ferido…) e em toda esta história de um louco, narrada com o sorriso de quem se diz seu igual. Narrada, ou melhor, cantada pela insuperável poesia do criador de um universo que fascinou Cervantes e Voltaire, Bandeira e Borges. Publicado há quase cinco séculos (1516, com edição definitiva em 1532), o Orlando Furioso de Ariosto é contemporâneo de nosso mundo, sempre a ponto de enlouquecer por “armas e amores”.

De: R$ 146,00

Por: R$ 73,00

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34. A história das aventuras de Joseph Andrews e seu amigo o Senhor Abraham Adams – Henry Fielding

Joseph Andrews tem fundas raízes literárias, como seria de esperar de um autor como Fielding, amante dos clássicos, dramaturgo em decadência e polemista incorrigível. Ao mesmo tempo, porém, é uma obra dos tempos, e as aventuras que narra abrem espaço para a crítica de costumes, a sátira política e a reflexão moral. Lê-la é como percorrer uma galeria de tipos da Inglaterra urbana e rural de meados do século XVIII, ou, mais exatamente, como examinar as telas sequenciais de William Hogarth, em que as virtudes e os vícios ingleses, muitos deles universais, são pintados com franqueza impiedosa e um sempre saudável bom humor.

De: R$ 114,00

Por: R$ 57,00

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35. Palmeirim de Inglaterra – Francisco de Moraes

Palmeirim de Inglaterra é uma mostra do estilo elevado de Francisco de Moraes e da segurança com que o autor domina ingredientes novelescos explorados à exaustão pelo gênero: a excelência física e moral do protagonista; sua deambulação ao acaso; o encontro com algum oponente, quase sempre com identidade oculta sob epíteto; a descrição subjetiva da paisagem, espécie de projeção do estado de espírito do cavaleiro; a imponência e a inacessibilidade do castelo “guerreiro”, promessa de grandes cousas a desafiar o combatente; a rivalidade implícita entre duas extraordinárias senhoras, Polinarda e Miraguarda, por quem quaisquer obstáculos, reais ou maravilhosos, parecem pequenos. E se ao leitor desavisado esse tipo de enredo soar a pura fantasia, vale lembrar que ele está solidamente plantado no rico imaginário do Portugal Quinhentista, como uma faceta importante do período das Navegações e dos Descobrimentos.

De: R$ 241,00

Por: R$ 120,50

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36. Entre o belo e o útil – Renato Palumbo Dória

Este livro é um estudo pioneiro e único por tratar conjuntamente da história da arte e da educação, levando em conta não somente aspectos estéticos e pedagógicos, mas, principalmente, a dimensão social das práticas do ensino do desenho no Brasil, podendo servir de referência para diferentes campos de estudo. Em uma narrativa saborosa em detalhes e experiências singulares por meio dos quais vislumbramos as grandes transformações culturais dos últimos séculos, o livro analisa as publicações dedicadas ao ensino do desenho e apresenta ainda imagens originais localizadas pelo autor em suas pesquisas nos acervos iconográficos brasileiros, em sua maioria nunca antes publicadas.

De: R$ 66,00

Por: R$ 33,00

37. Os cantos de Maldoror – Lautréamont

Os Cantos de Maldoror estão divididos em seis cantos contendo estrofes redigidas em prosa poética. Este texto singular, que o próprio escritor chama de “incandescente”, gira em torno de um herói maldito, Maldoror, que, desde o primeiro canto, dedica sua carreira ao mal, travando um combate sem tréguas com o Criador, o Homem e ele próprio. Em perpétuo diálogo com o romantismo e o texto antigo – particularmente com Homero –, esta obra é, entretanto, inclassificável, transitando constantemente do registro poético ao épico, antes de desembocar, no sexto canto, na paródia endiabrada de um “pequeno romance de trinta páginas”. Um livro que não se pode resumir em 10 ou 50 linhas, Os Cantos de Maldoror assombram o leitor pela violência verbal e das ações, e tem feito a crítica pensar no parentesco de Lautréamont com o Marquês de Sade e toda a “literatura do mal” anterior e posterior a ele.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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38. Anita Malfatti – Cadernos de Desenho

“Os cadernos de desenhos de Anita são reveladores da multiplicidade de orientações de sua produção, dos percalços, das hesitações, dos êxitos, bem como da centralidade que o desenho ocupou ao longo de sua trajetória. Se para muitos artistas, ainda em inícios do século XX, tal prática constituía uma etapa fundamental para uma formação artística plena, para Anita Malfatti consistia em um desafio ainda maior, pois dominar o desenho significava ultrapassar suas próprias limitações pessoais.” (Ana Paula Cavalcanti Simioni e Ana Paula Felicissimo Camargo Lima)

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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39. Eliseu Visconti – Cadernos de Desenho

“Não contemplamos obras acabadas, mas trabalhos em andamento. É justamente por isso que esses desenhos nos atraem. Eles mostram a agilidade do traço, as variações de texturas e tracejados, as experiências com diversos enquadramentos. Por meio deles, acompanhamos as tentativas, hesitações e descobertas de Visconti. É como se abríssemos o diário íntimo do pintor.” (Ana Maria Tavares Cavalcanti)

De: R$ 43,00

Por: R$ 21,50

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40. Fayga Ostrower – Cadernos de Desenho

“Um desenho simplificado de cada gravura abre a página, com uma enigmática numeração correspondente. Algumas vezes, anotações descrevem as cores empregadas para a impressão. Tudo muito simples, sem artifícios. A seguir, aparecem os números da edição e, ao lado de cada um, o seu comprador. Em traços rápidos, o suficiente para indicar à memória da artista a que obra se referem, os desenhos são concisos, puro gesto e espontaneidade, que vão desvendar a estrutura interna de cada composição, a essência das formas propostas. E ali estavam a servir apenas para que a artista pudesse reconhecer cada gravura.” (Carlos Martins)

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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41. Flávio de Carvalho – Cadernos de Desenho

Este volume reproduz as 105 ilustrações publicadas entre 4 de março e 21 de outubro de 1956, para acompanhar os 39 artigos da coluna “A Moda e o Novo Homem”, assinada por Flávio de Carvalho no Diário de S. Paulo. 

Influenciado pelos escritos do antropólogo escocês James Frazer (1854-1941), de Sigmund Freud (1856-1939) e do naturalista Charles Darwin (1809-1882), Flávio mescla nos artigos de “A Moda e o Novo Homem” fundamentos de Totem e tabu (1913) e d’A psicologia das massas (1921), de Freud, à teoria da cultura de O ramo de ouro (1922), de Frazer, e às ideias formuladas por Darwin em A origem das espécies (1859), estabelecendo uma de suas mais intrigantes proposições. 

As ilustrações, que tomam por referência animais pré-históricos e subaquáticos, pinturas, esculturas e objetos de vários períodos e povos, tapeçarias, ilustrações de moda, cerâmicas marajoaras, africanas e neozelandesas, não constituem uma história da moda, um catálogo cronológico, ordenado e inteligível dos hábitos coletivos e transitórios de se vestir; antes, evidenciam a combinação de interesses do autor pela etnografia, pela psicanálise, pela sociologia e pela biologia e a extensa pesquisa que subsidiou esse trabalho.

De: R$ 73,00

Por: R$ 36,50

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42. Iberê Camargo – Cadernos de Desenho

Este livro apresenta os primeiros desenhos de Iberê Camargo, feitos ainda em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, passa por seu período de formação em Roma e Paris, e segue sua carreira de desenhista até às vésperas de sua morte. O livro mostra que o artista seguiu os passos dos tratadistas italianos do Renascimento, que enfatizaram a importância do desenho na formação dos pintores e escultores. Assim, entende-se que o artista que se dizia afastado de correntes e tendências esteve intimamente ligado à secular tradição da pintura ocidental. As imagens pertencem ao acervo da Fundação que leva seu nome e muitos dos desenhos são aqui publicados pela primeira vez.

De: R$ 85,00

Por: R$ 42,50

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43. Marcello Grassmann- Cadernos de Desenho

Este volume reúne desenhos de diferentes épocas, desde os primeiros projetos para entalhe em madeira, feitos no início da década de 1940, até os inquietos e vigorosos desenhos realizados em 2009. Grassmann é um desenhista hábil e obsessivo. Sua linha vigorosa e expressiva nos conduz ao universo onde habitam seus seres, universo esse único, intenso e por vezes sinistro, sempre permeado pela poesia. Transita com maestria pelas experimentações e pelos procedimentos técnicos inovadores, sempre ancorados na melhor tradição gráfica. (Lygia Eluf)

De: R$ 73,00

Por: R$ 36,50

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44. Renina Katz – Cadernos de Desenho

Renina Katz foi discípula dos mestres gravadores Carlos Oswald e Axel Leskoschek e é um exemplo de ética e beleza. Em seu trabalho, a magia do processo e a construção da obra são coadjuvantes: o apuro técnico, a fineza gráfica, as veladuras e transparências sempre presentes tornam-se testemunhas de sua seriedade e competência como artista. Foi responsável direta pela formação de diversas gerações de jovens artistas, seja em sua atividade de 30 anos como professora, seja na coerência profissional como uma das artistas mais respeitadas no país. Nos anos 1950 a relação entre gravura e política era direta e Renina teve representação atuante nesse momento. Seu realismo socialista parte do registro do visível, da observação d’après nature, como ela mesma afirma. Os brancos e negros de sua obra gráfica traduzem a visão de mundo dos personagens e seus objetos. A partir da década de 1960 abandona a militância política e abre caminho para uma obra singular em que a cor estrutura o caminho para uma paisagem abstrata, fruto da contemplação, que permanece até hoje. (Lygia Eluf)

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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45. Das coisas do campo – Marco Terêncio Varrão

Em Das coisas do campo (De re rustica), obra de velhice do escritor romano Marco Terêncio Varrão (116-27 a.C.), decerto o maior erudito dos tempos de Júlio César, expõem-se ao público muitos saberes e técnicas atinentes à economia rural itálica coeva. O assunto de seus três livros, assim, corresponde, respectivamente, à agricultura e à arboricultura, à pecuária de grande e pequeno porte e à uillatica pastio, ou criação de animais miúdos – aves, peixes, caracóis, lebres, abelhas… – nos entornos das uillae, as casas-sede das antigas propriedades fundiárias romanas. O modo de escrita escolhido para a transmissão desses saberes “agronômicos”, que se afina com os ditames do gênero antigo do diálogo, contribui para o enriquecimento literário e a vivacidade expositiva do texto: esse acolhe a interagirem ficcionalmente personagens como o próprio Varrão e seu sogro, Fundânio, em leves, bem-humoradas e, por vezes, eruditas “conversas” sobre os temas da vida rural na Roma republicana.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

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46. Enéada III. 8 [30] – Sobre a natureza, a contemplação e o Uno – Plotino

A influência, direta e indireta, de Plotino (c. 205 – 270 d.C.) sobre a cultura ocidental ainda não foi mapeada com precisão. Já se disse, talvez sem exagero, que ele foi o verdadeiro mestre não apenas dos filósofos medievais, mas também dos modernos. Embora se considerasse apenas um exegeta de Platão e dos antigos sábios, Plotino – que recebeu no século XIX a alcunha de Neoplatônico – construiu uma obra altamente original, em que a experiência espiritual é indissociável da racionalidade, e que raro deixa indiferente aquele que dela se aproxima. Seus escritos foram editados por Porfírio, seu discípulo e amigo, que os intitulou Enéadas, “novenas”, por tê-los organizado em seis grupos de nove tratados. O tratado “Sobre a natureza, a contemplação e o Uno”, o oitavo da terceira Enéada, dentre vários célebres e de rica posteridade, é certamente um dos mais representativos da obra plotiniana.

De: R$ 59,00

Por: R$ 29,50

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47. Eneida Brasileira – Tradução poética da epopéia de Públio Virgílio Maro

No ano em que se celebram os 150 anos da publicação do Virgílio Brasileiro — a tradução poética do maranhense Odorico Mendes de toda a obra de Virgílio —, a Editora da UNICAMP, com o apoio da FAPESP, reedita sua segunda versão da Eneida Brasileira, que fazia parte daquele livro, publicado na França em 1858. A obra maior de Virgílio ganha de Odorico uma tradução esmerada, que busca recriar em português os efeitos de som, ritmo e ordem expressiva das palavras do original latino. Segundo Gonçalves Dias, Odorico Mendes “metrifica como um rei” e em sua época dominava a língua portuguesa como ninguém mais. Com esta edição bilíngüe, ricamente anotada e comentada livro por livro pelo grupo de pesquisa “Odorico Mendes” da UNICAMP, o leitor poderá adentrar no laboratório poético desse tradutor extraordinário, pioneiro da tradução criativa entre nós e autor de muitos versos dignos de figurar em antologias da melhor poesia escrita em língua portuguesa.

De: R$ 97,00

Por: R$ 48,50

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48. Ensaios de filosofia nos trópicos – Filipe Ceppas

Ao tratar do ensino de filosofia na forma de ensaios, este livro oferece um rico panorama para a reflexão sobre o trabalho em sala de aula. O ensaio é uma forma mais leve, pessoal, crítica, criativa, e Filipe Ceppas caminha com segurança nessa direção. Ele estimula em seus leitores o “amor à sabedoria” e a postura questionadora dos problemas sociais, realçando a atualidade dos ensinamentos filosóficos, desde os debatidos na Grécia antiga até os formulados por filósofos contemporâneos, em diálogo com questões e problemas de nosso cotidiano. Merece destaque a diversidade de autores que servem de referenciais. Alguns são mais usuais e esperados, como Sócrates, Kant, Adorno ou Derrida. Outros, como o antropólogo brasileiro Eduardo Viveiros de Castro, são menos esperados, mas necessários, justificando o título do livro e conferindo-lhe singularidade. Ensaios de filosofia nos trópicos certamente desempenhará um papel significativo no cenário educacional, tanto do ensino médio quanto do superior.

De: R$ 61,00

Por: R$ 30,50

49. Farsália – Cantos de I a V – Lucano

Apesar de já ter ocupado um posto de relevo na poesia ocidental — amado e imitado que foi por poetas como Dante, Petrarca e Goethe —, o grande poema épico da guerra fratricida entre César e Pompeu, a Farsália, até recentemente era pouco estudado e quase desconhecido do público leigo, ao contrário de sua grande predecessora, a Eneida, com a qual, aliás, os versos de Lucano dialogam de forma sutil. Mas, há algumas décadas, a Farsália voltou a atrair a atenção dos estudiosos, que, justamente, a tratam como o poema épico singular que é, epopeia desprovida de deuses e de heróis, em sua visão desencantada e sombria da história. O leitor brasileiro finalmente pode ter acesso — e privilegiado — a esse poema grandioso, na tradução poética do professor Brunno V. G. Vieira, que, em versos dodecassílabos e em diálogo com o que de melhor produziu a nossa prática de tradução dos clássicos, apresenta aqui, em edição bilíngue ricamente anotada, os cinco primeiros cantos da obra, primeira fase de sua empreitada notável de um Lucano em forma poética no português do Brasil. (Paulo Sérgio de Vasconcellos)

De: R$ 88,00

Por: R$ 44,00

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50. Caleidoscópio Primo Levi – Aislan Camargo Maciera e Luciano Massi

Primo Levi (1919-1987), italiano de origem judaica, químico, sobrevivente dos campos de concentração e extermínio nazistas, é considerado um dos principais nomes da literatura que surge da experiência nos campos de concentração. Através de sua literatura, promove uma reflexão não somente sobre a Shoah, mas também sobre a própria condição humana. Mas, muito além do testemunho, a obra de Levi se constitui em uma complexidade de temas e gêneros, o que o torna um autor poliédrico. Nessa perspectiva, o objetivo desta coletânea é apresentar as várias faces desse poliedro, partindo de seu testemunho, passando pela ficção, pela fantasia, pelo romance, pelos ensaios críticos e escritos de divulgação científica, para formar, em sua totalidade, a imagem de um dos mais significativos pensadores do século XX, que ainda tem muito a dizer ao leitor do século XXI.

De: R$ 55,00

Por: R$ 27,50

51. Contos de Lima Barreto

Este livro traz seis dos principais contos de Lima Barreto em edição bilíngue: “A nova Califórnia”, “O homem que sabia javanês”, “Três gênios da secretaria”, “O pecado”, “Um especialista” e “Como o ‘homem’ chegou”. Traz também uma introdução, assinada por Daniela Birman, que apresenta o autor, comenta sua obra e faz uma minuciosa análise dos contos aqui reunidos.

De: R$ 28,00

Por: R$ 14,00

52. Contos de Monteiro Lobato

Este livro traz quatro dos principais contos de Monteiro Lobato em edição bilíngue: “O comprador de fazendas”, “O jardineiro Timóteo”, “O plágio” e “Marabá”. Traz também uma primorosa introdução, em que Marisa Lajolo apresenta o autor, comenta sua obra e analisa os contos aqui reunidos.

De: R$ 28,00

Por: R$ 14,00

53. Contos de Mário de Andrade

Este livro traz cinco dos principais contos de Mário de Andrade em edição bilíngue: “O ladrão”, “O peru de Natal”, “Frederico Paciência”, “Tempo da camisolinha” e “Será o Benedito!”. Traz também uma alentada introdução, em que Orna Levin apresenta o autor, comenta sua obra e analisa os contos aqui reunidos.

De: R$ 28,00

Por: R$ 14,00

54. Contos de Mário de Andrade – Edição Acessível

Este livro traz cinco dos principais contos de Mário de Andrade – “O ladrão”, “O peru de Natal”, “Frederico Paciência”, “Tempo da camisolinha” e “Será o Benedito!” – precedidos por uma alentada introdução de Orna Levin, que apresenta o autor, comenta sua obra e analisa os contos aqui reunidos. Esta é uma edição interativa e acessível a surdos. Por meio do aplicativo “Livros acessíveis da Editora da Unicamp” é possível ter acesso a um jogo de pega-ladrão, acompanhando o enredo de um dos contos, e à tradução e à apresentação dos contos em Libras.

De: R$ 28,00

Por: R$ 14,00

55. Como pensam as imagens – Etienne Samain

Uma afirmação nos parece suficientemente estabelecida: toda imagem nos faz pensar. Etienne Samain desdobra essa constatação óbvia numa questão mais complexa: será que podemos aprofundar esse dado nos questionando não tanto “por que” ela nos permite pensar, e sim “como” nos faz pensar? Finalmente, ele chega à pergunta inquietante que lança a si mesmo e a outros nove pesquisadores: como pensam as imagens?

De: R$ 88,00

Por: R$ 44,00

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56. As crianças de Clarice – Mell Brites

Este livro investiga as diferentes concepções de infância nos escritos de Clarice Lispector, partindo de quatro contos voltados ao público adulto e cinco livros infantis de sua autoria. Além disso, As crianças de Clarice busca compreender de que forma a curiosidade pelo infantil se associa à procura pela origem, movimento fundador em sua criação literária, e como se dá a relação entre os tempos da meninice e outros temas de grande relevância em seus textos, ajudando a iluminar um viés importante e pouco abordado da obra clariciana.

De: R$ 62,00

Por: R$ 31,00

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57. Das cores do silêncio – Hebe Mattos

Das cores do silêncio, primeiro lugar do Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa no ano de 1993, foi publicado pelo Arquivo Nacional em 1995, com uma segunda edição em 1998. O livro lançou novo olhar sobre a trama e o drama da Abolição e do Pós-Abolição, tendo por foco as aspirações de liberdade da última geração de africanos escravizados nas lavouras cafeeiras do Sudeste e de seus descendentes diretos. As fronteiras fluidas entre escravidão e liberdade, examinadas quase ao microscópio no trabalho, iluminam um processo específico de racialização pelo avesso, associado às primeiras definições do cidadão brasileiro como portador de direitos civis e políticos. Das cores do silêncio foi pioneiro em destacar o silêncio na documentação pública sobre as cores dos brasileiros livres afrodescendentes, prevalecente desde meados do século XIX. A nova edição vem acrescida de um posfácio, que busca refletir sobre a atualidade do livro para as discussões em curso hoje, no Brasil, sobre esquecimento, silêncio e memória da escravidão.

De: R$ 81,00

Por: R$ 40,50

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58. Emily Dickinson: não sou ninguém

A poeta Emily Dickinson nasceu em 1830 no estado de Massachusetts, EUA. Cresceu e morreu na mesma cidade. Sua biografia não é repleta de viagens ou amores, por isso muitos estudiosos a interpretam como uma grande reclusa. Sua poesia é de ímpar profundidade e abrangência.

Com um conteúdo que expressa a singularidade de sua poesia, a segunda edição do livro “Não sou ninguém”, publicada pela editora da Unicamp, contém poemas selecionados e traduzidos por Augusto de Campos, um dos maiores nomes da poesia concreta brasileira.

A obra apresenta poemas curtos, reflexivos que abordam assuntos diversos como: fama, literatura, vida e morte, um “micro e macrocosmo compactados em aforismos poéticos” de acordo com o tradutor.

De: R$ 60,00

Por: R$ 30,00

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59. Literaturas africanas comparadas – Elena Brugioni

Este livro apresenta um percurso de reflexão desenvolvido em torno dos paradigmas críticos e dos repertórios bibliográficos que pautam os estudos pós-coloniais. Convocando os projetos literários de autores como João Paulo Borges Coelho, Ungulani Ba Ka Khosa, Chinua Achebe, Mia Couto, Ruy Duarte de Carvalho, M. G. Vassanji, NoViolet Bulawayo, Arménio Vieira e Abdulai Sila, surgem possibilidades comparativas insólitas, das quais resultam novos pontos de partida para o campo de estudo das literaturas africanas contemporâneas.

De: R$ 59,00

Por: R$ 29,50

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60. A obra literária de João Paulo Borges Coelho. Panorama crítico – Elena Brugioni, Fernanda Gallo, Gabriela Beduschi Zanfelice

Esta primeira coletânea de ensaios dedicada ao conjunto das obras literárias de João Paulo Borges Coelho coincide com a estreia do escritor moçambicano no Brasil e com o crescente interesse que sua literatura vem suscitando no meio acadêmico nacional. O livro aborda a totalidade das obras do autor publicadas até o momento: desde o romance de estreia, As duas sombras do rio (2003), até o mais recente, Museu da Revolução (2021). Nos 12 capítulos aqui reunidos, especialistas apontam a sofisticação e a originalidade da criação de JPBC, videnciando discussões teóricas e percursos interpretativos de grande pertinência e atualidade no campo de estudo sobre as literaturas africanas contemporâneas.

De: R$ 80,00

Por: R$ 40,00

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61. Poesia completa, volume 1 – Emily Dickinson

Este é o primeiro volume da poesia completa de Emily Dickinson, publicado em edição bilíngue pelas editoras da Unicamp e da UnB, com tradução de Adalberto Müller. A publicação traz notas explicativas e variantes (outras versões do mesmo poema) e, na margem das páginas, as alternativas (palavras ou expressões) que a autora anotava como possíveis substituições a serem feitas. Traz também um posfácio com apresentação dos aspectos editoriais relativos à transcrição dos poemas e referências que ajudam o leitor a compreender o contexto em que a obra foi produzida. Emily Dickinson deixou cerca de 1.800 poemas em mais de 30 anos de atividade literária. O segundo volume será publicado em 2021.

De: R$ 176,00

Por: R$ 88,00

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62. Poesia completa, volume 2 – Emily Dickinson

Neste volume, acompanhamos Dickinson fora do âmbito dos fascículos, quando, depois de haver alcançado simultaneamente as fronteiras mais longínquas de seu estilo e os limites do livro-códice, ela entrou mais uma vez numa fase de profunda experimentação. Aqui, longe da ordem dialética dos fólios, e para além de um locus de poder, a ambição de Dickinson foi redirecionada, e sua escrita – uma escrita sem fim – deixou-se governar pelo Eros da invenção. Marcados por notáveis e novos passos rumo ao exílio e à alegria, ao desprendimento e ao deleite, tais textos também nos levam a conhecer mais a fundo o processo lírico de seus esboços, quando a mão que corre pelas folhas soltas é acometida e tomada por uma estranha agência, por um Outro que, como a poeta escreveu, “baixa” e “toma conta da mente da gente”. Aí as palavras, que esperam quietas os pensamentos, de repente os capturam em arapucas, traçando uma trilha numa escrita que segue o passo destes – e, quiçá, os ultrapassa. Dos pássaros, que são corporificações de seus poemas, Dickinson enunciou este auspício: “Esses testaram o nosso horizonte”. As traduções exorbitantes de Adalberto Müller querem acompanhá-los em sua rota, reportando sua crise estilística no presente tenso de uma nova linguagem. (Marta Werner)

De: R$ 152,00

Por: R$ 76,00

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63. O primeiro livro: a vida muito horrífica do Grande Gargantua, pai de Pantagruel

A primeira edição de O Primeiro Livro: A Vida Muito Horrífica do Grande Gargantua, Pai de Pantagruel, tem como possível data de publicação o ano de 1534. Na obra, François Rabelais conta a estória do gigante Gargantua, pai de Pantagruel: o estranho nascimento pela orelha, sua genealogia, seu apetite gigantesco, sua educação, e muito mais em episódios inesquecíveis. O livro está profundamente inserido nas conjunturas sociais de seu tempo e igualmente do mundo de hoje: guerras injustas, intolerância, imperialismo, radicalização religiosa entre conservadores e reformistas, bem como novas propostas para uma educação humanista. Obra genial, o livro, traduzido por Élide Valarini Oliver, é parte das Obras Completas de Rabelais.

De: R$ 176,00

Por: R$ 88,00

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64. O segundo livro: Pantagruel, rei dos dipsodos, restituído a seu natural, com os feitos e proezas espantosas

Escrito em 1532, sob o pseudônimo Alcofrybas Nasier, Pantagruel é sucesso imediato, e terá várias reedições. O livro introduz o leitor a Panurge, o anti-herói provocador, mercurial, pícaro, libertino, canalha e covarde, e ao grupo de outros personagens que acompanham Pantagruel em suas aventuras nas obras seguintes. A obra corre em paralelo com o segundo livro publicado por Rabelais, Gargantua, e alcança, além de humor e aventura, diretamente o leitor contemporâneo quando postula temas perenes como a invasão e a guerra. Pantagruel, com Rabelais, transforma-se em personagem-símbolo do Pantagruelismo, a filosofia dos que gozam da vida “em paz, alegria, saúde e sempre comendo bem”. O livro, traduzido por Élide Valarini Oliver, é parte das Obras Completas de Rabelais.

De: R$ 146,00

Por: R$ 73,00

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65. O terceiro livro dos fatos e ditos heroicos do Bom Pantagruel

Parnuge, companheiro de Pantagruel, quer se casar. Mas tudo indica que, se o fizer, será traído, roubado e espancado pela esposa. Então, eles vão consultar alguns especialistas: um mago, um médico, um louco, um filósofo, entre outros. Esta premiada tradução recria a riqueza da sátira rabelaisiana, com seus sofisticados jogos de palavras. No estudo introdutório, a professora e escritora Élide Oliver analisa a vida e a obra do autor, a época em que ele viveu e as sutilezas de seu estilo.

De: R$ 168,00

Por: R$ 84,00

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