50 livros com 50% de desconto para começar bem 2020

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Mais da metade do primeiro mês de 2020 já passou. A  cada ano, o tempo passa mais depressa, não é mesmo? Precisamos correr para cumprir nossas resoluções de ano novo. Quais são as suas metas? Muita gente tem o desejo de tirar um tempo maior para a leitura e as férias escolares podem ser o momento perfeito para relaxar e, de quebra, aproveitar um bom livro.

Pensando nisso, fizemos uma lista com todos os livros dos mais variados gêneros que estão com um desconto especial de férias. São 50 títulos com 50% de desconto para dar aquela impulsionada nas leituras de 2020. Confira!

1. 20 sonetos – Luís de Camões

Neste livro, encontramos um Luís de Camões que, diante dos desafios de sua época e de sua geração, foi responsável por uma revolução na poesia em língua portuguesa. Vemos o poeta que participa de refinados jogos na corte, enfrenta tempestades nos mares e nos amores, escreve sonetos teatrais, visuais, musicais e experimenta novas maneiras de escrever e pensar poesia. Os 20 sonetos de Camões aqui reunidos são uma excelente amostra de uma poesia lírica que, apesar de distante de nós no tempo, permanece contemporânea dos leitores que dela se aproximam. Enriquecida com uma fundamentada introdução, notas aos poemas e esclarecedores comentários, esta edição pretende tornar a leitura dos sonetos mais atualizada e informada, tanto para estudantes de ensino médio e universitários quanto para professores e amantes de poesia. Leia mais no blog da Editora da Unicamp.

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De: R$ 30,00 

Por: R$ 15,00

 

 

 

2. 31 poetas 214 poemas: do Rigveda e Safo a Apollinaire – Uma antologia pessoal de poemas traduzidos, com notas e comentários – Décio Pignatari

Esta antologia é uma espécie de volta ao mundo da poesia — em nove línguas. Conduzidos pelo poeta, tradutor, crítico, romancista e teatrólogo Décio Pignatari, partimos dos hinos do Rigveda, no século XVI a.C., e desembarcamos em pleno século XX, com os Versos a Lou, de Guillaume Apollinaire. A natureza abrangente e díspar do livro só acentua o desafio que há no projeto desta antologia pessoal que, além de aproximar Oriente e Ocidente, transporta 31 poetas e carrega, na bagagem de Babel, 214 poemas escritos em sânscrito, grego, latim, chinês, provençal, inglês, Italiano, alemão e francês. O tradutor confirma mais uma vez sua versatilidade, revelando-se tanto um libertino da língua, na recriação das peças lírico-eróticas de Safo, Catulo e Marcial, como um “zemiótico”, pela precisão vocabular empregada na tradução dos poetas da dinastia Tang.

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De: R$ 50,00 

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

 

3. Poem(a)s – E. E. Cummings

Um dos inventores da poesia moderna, E. E. Cummings atua diretamente sobre a palavra — desintegra-a e cria, com suas articulações e desarticulações, uma verdadeira dialética de olho e fôlego, que faz do poema um objeto sensível, quase palpável. Sua poesia constitui uma das mais sérias tentativas de fazer funcionar dinâmica e poeticamente o instrumento verbal, reduzindo a um mínimo a distância entre experiência e expressão. 

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De: R$ 56,00 

Por: R$ 28,00

 

 

 

 

4. Emily Dickinson: Não sou ninguém – Emily Dickinson

Emily Dickinson nasceu em Amherst, Massachusetts, em 1830, e morreu na mesma cidade em 1886. Por volta de 1860, iniciou a fase madura de sua poesia e, salvo dez poemas divulgados em jornal, a obra de Emily só foi difundida após a sua morte. De intensa emoção concentrada, sua poesia é única e antecipatória em termos de densidade léxica e liberdade sintática. A primeira edição trazia 45 poemas e esta, revista e ampliada, traz 35 novas traduções. Clique para saber mais.

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De: R$ 44,00 

Por: R$ 22,00

 

 

 

 

 

5. Byron e Keats: Entreversos – Byron & Keats

Byron era um artista do verso. Os XVII Cantos do D. Juan (1818-1823) contêm perto de 2 mil estrofes em oitava-rima, quase o dobro de Os Lusíadas. Cerca de 16 mil versos de elaboração complexa e rimário insólito. Radical, não cedeu à censura. Os primeiros cantos do D. Juan foram publicados anonimamente, tal era o risco de serem confiscados. A obra de Keats é aqui representada por quatro de suas Odes (1819), dois sonetos (1816-1818) e um fragmento do poema longo, Endymion (1817). O poeta tinha 20 e poucos anos quando escreveu essas maravilhas. Confrontadas aqui, as poéticas de Byron e de Keats reemergem solidarizadas como contradições heurísticas e dialéticas da linguagem poética. Discórdias aparentes, ao cabo concordantes e parentes. (A.C.)

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De: R$ 40,00

Por: R$ 20,00

 

 

 

 

 

6. A cidade feliz – Francesco Patrizi da Cherso

Este livro nos oferece a oportunidade de ler uma utopia pouco conhecida e ao mesmo tempo poder cotejá-la com o contexto histórico em que foi produzida. Apresentamos a cuidadosa tradução feita por Helvio Moraes da utopia de Francesco Patrizi da Cherso, A cidade feliz, publicada em Veneza em 1553. Nesse texto, defrontamo-nos com um outro modelo utópico. Nele, não está presente o relato de viagem, mas sim a apresentação de um projeto de uma cidade, onde, através da razão e da ciência, pode-se alcançar o bem maior desejado pelos homens, a felicidade. A utopia de Patrizi é um convite à leitura de um texto já quase esquecido no passado, mas que se atualiza pelo modo como o exercício negativo da liberdade se desvia de uma razão instrumental, tão presente no pensamento e na ação políticos dos dias atuais. 

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De: R$ 40,00

Por: R$ 20,00

 

 

 

 

 

 

7. Sermões de Quarta-feira de Cinza – Antonio Vieira

Em três sermões de Quarta-feira de Cinza, data que marca o início do período quaresmal no calendário católico, o jesuíta português Antonio Vieira (1608-1697) tratou da morte como cerne da consciência cristã, como objeto de temor que orienta as práticas da existência e ainda como forma última do desejo. Em seu conjunto, os argumentos relativos à eternidade, à hora da morte e às misérias da vida e dos vivos compõem uma dialética afetiva de temor e consolação que está na base de uma surpreendente arte de morrer. Assista ao programa Café com Conversa e saiba mais sobre o livro.

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De: R$ 26,00

Por: R$ 13,00

 

 

 

 

 

8. Canções sem metro – Raul Pompeia

Raul Pompeia não é propriamente um autor esquecido, mas a fortuna crítica concentrada em O Ateneu (1888) minimizou a riqueza de sua obra extensa e multifacetada, reduzindo-o à ingrata e equivocada condição de “autor de um livro só”. A rigor, ele produziu muito mais fora do gênero romanesco: crônicas, contos, novelas, ensaios, artigos, caricaturas, desenhos, capas de livro e poemas em prosa são algumas das searas em que se aventurou. Prova disso são as Canções sem metro, obra iniciadora do poema em prosa no Brasil.

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

 

 

9. A falência – Júlia Lopes de Almeida

Com A falência, de 1901, Júlia Lopes de Almeida inaugura a integração de nossa literatura ao século XX. Ao dar esse passo na direção dos novos tempos, faz um balanço do que ocorrera até então. Como sugere o título, identifica resultados negativos: o Brasil libertara os escravizados, mas permanecia racista; as mulheres não alcançavam sua emancipação; persistiam a desigualdade social e a hipocrisia moral. Contudo, A falência não é um tratado de economia ou de sociologia, mas um romance muito bem armado. A partir da história de Francisco Teodoro e seus familiares, amigos, amantes e agregados, a autora ilumina e entrecruza suas respectivas trajetórias. Desse tecido bem articulado resulta uma narrativa ágil, que conquista o leitor, ao qual resta apenas a vontade de seguir em frente, para conhecer seus destinos. Leia mais no blog da Editora da Unicamp.

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De: R$ 34,00

Por: R$ 17,00

 

 

 

 

 

10. A Trágica História do Doutor Fausto e a História do Doutor João Fausto de 1587: O nascimento de uma tradição literária – Christopher Marlowe

Encenada pela primeira vez na virada dos anos 1580 para os 1590, A Trágica História do Doutor Fausto, de Christopher Marlowe, rapidamente se transformaria numa referência para o teatro elisabetano. Para além das fronteiras da Inglaterra, a peça iria se tornar um marco na instituição do tema fáustico, um dos mais poderosos mitos literários da modernidade. E não foi pelo entrecho que essa peça alcançou estatuto tão alto. Afinal, histórias de pactos com o demônio remontam aos primeiros séculos da Cristandade, e mesmo seu herói, o tal Doutor Fausto, remete a um sábio alemão que ganhara fama de pactário. Era figura já conhecida, e relatos sobre ele circularam oralmente por décadas, até que, em 1587, serviriam de matéria para um livro anônimo de intenções moralizantes publicado em Frankfurt: História do Doutor João Fausto. Esse livro teve grande sucesso, sendo rapidamente traduzido e publicado na Inglaterra. Foi nessa tradução que Marlowe encontrou mote para sua peça, que ultrapassa em muito o moralismo para tratar dos meandros da consciência e do desejo num tempo (que ainda é o nosso) em que a noção de indivíduo atingia um outro patamar, de autonomia e centralidade na vida social. Este volume reúne traduções dos dois livros, acompanhadas de material crítico, o que permite ao leitor fruir os textos e, adicionalmente, acompanhar o nascimento de um mito fundamental da literatura ocidental. Leia mais no blog da Editora da Unicamp.

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De: R$ 120,00

Por: R$ 60,00

 

 

 

 

11. Cancioneiro – Francesco Petrarca

Cancioneiro de Petrarca, concluído por volta de 1370, foi o principal modelo de poesia lírica amorosa no Ocidente. Nele, Petrarca abriu o caminho para uma poesia do sentimento, num jogo emocionante com a razão, e com uma nova linguagem. O que há de solene, de quase escultural em Dante torna-se variado, por vezes esvoaçante, em Petrarca. A fortuna favoreceu mais o primeiro, mas o segundo deixou marcas mais fundas, que perduram até hoje na poesia. São 366 poemas, sendo 317 sonetos, 29 canções, 9 sextinas, 7 baladas e 4 madrigais. O tema central é o amor, em vida e depois da morte de Laura. Mas há também poemas que nos situam no cotidiano do poeta, como o da velhinha, de manhã bem cedo, rodando seu tear.

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De: R$ 189,00

Por: R$ 94,50

 

 

 

 

 

12. Vida de Petrarca – Ugo Dotti

Nesta que é considerada uma das melhores obras já escritas sobre o humanista e poeta italiano, Ugo Dotti vai além da simples narrativa biográfica, traçando um amplo painel dos episódios da época, nos quais Petrarca se viu envolvido. Os temas fundamentais da cultura e da poética petrarquianas — o amor pela solidão, o afeto pelos amigos, a solicitude pela pátria, o constante esforço para dominar as paixões e o orgulho da própria liberdade e independência — são mostrados contra o pano de fundo da vida do poeta: o convívio conflituoso com a corte papal de Avignon, a relação com as famílias nobiliárquicas de Roma, o nacionalismo italiano, o ideal estóico e cristão, a oposição entre as aspirações religiosas e os apelos do amor sensual. Ressalta da obra, mais que o autor dos sonetos dedicados a Laura, o retrato de uma das mais importantes figuras do humanismo, responsável, entre outras coisas, pela recuperação e restauração das Décadas de Tito Lívio.

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De: R$ 80,00

Por: R$ 40,00

 

 

 

 

13. Vida de Michelangelo Buonarroti – Giorgio Vasari

A biografia de Michelangelo Buonarroti, escrita por Giorgio Vasari em 1550 e novamente em 1568, é o documento histórico primordial em que se baseia o essencial de nosso conhecimento sobre a vida e a obra do grande artista. Vasari publica a primeira edição de sua obra quando Michelangelo, grande amigo seu e assíduo correspondente, era ainda vivo. Além de ter recolhido de primeira mão muitas das informações nela consignadas, esta biografia é a primeira a situar o artista no centro da história da arte italiana, não apenas porque o vê como o ponto de chegada de um ciclo histórico de três séculos, mas em parte também porque o biógrafo parece consciente de que a arte de seu amigo apontava para um horizonte situado muito além da recepção adversa que começava então a se desenhar. Pela primeira vez traduzida integralmente em língua portuguesa, esta Vida de Michelangelo baseia-se na edição de 1568, revista e muito ampliada por Vasari, e o comentário que ela engendra procura cotejá-la com outras fontes disponíveis no século XVI, além de dar a devida evidência à imensa literatura artística contemporânea sobre o artista.

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De: R$ 120,00

Por: R$ 60,00

 

 

 

 

 

14. Registro – Crônicas da Belle Époque carioca – Olavo Bilac

Este volume reúne crônicas publicadas por Olavo Bilac (1865-1918) no vespertino carioca A notícia, de 1900 a 1908. Graças ao cuidadoso trabalho de Alvaro Santos Simões Junior, é pos­sível conhecer uma faceta ainda pouco valorizada do poeta parnasiano. Em estilo seguro, claro e elegante, vai-se configurando, ao longo de quase uma década, um sugestivo e nuançado quadro do Rio de Janeiro do início do século XX. Conhecido pela sua habilidade de tornear versos que se tornaram antológicos, Bilac demonstra que, ao dedicar-se intensamente ao jornalismo, não ficou alheio às questões de seu tempo. O ensaio introdutório do organizador, neste sentido, é iluminador, ao explicar as diversas facetas dos textos e ponderar sobre suas implicações na obra do poeta

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

15. Bilac, o Jornalista – Antonio Dimas

Coletânea composta por dois volumes de crônicas e um de ensaios, que propõe a leitura de um novo Bilac. Este é um trabalho de paciente garimpagem do autor, na imprensa do Rio e de São Paulo, entre 1890 e 1910, que apresenta o poeta líder do movimento parnasiano como jornalista que presenciou a modernização carioca e por ela se abateu, na expectativa de que nossa cidadania chegasse mais cedo e fosse mais longe.

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De: R$ 170,00

Por: R$ 85,00

 

 

 

 

 

16. Souvenirs – Fernando de Tacca

“[…] Ocultando as vibrações sentimentais revividas de suas madeleines, Tacca faz vibrarem esses objetos souvenirs para além de sua própria lembrança, na intensidade intrínseca que cada um possui. Ao mesmo tempo, indica que são portadores de memória ignorada, pois permitem intuir algumas frestas produzidas por falhas em descompasso. As fotos se constituem como um elo entre o espectador e o visível, entre eu e um outro que não se dá inteiramente, que adere e que se distancia de mim. A imagem é determinada no espaço (da composição) e no tempo, ou, antes, nos tempos – o da incorporação sentimental desses souvenirs, o do clique fotográfico, o da exposição ao olhar” (Jorge Coli, no texto de apresentação).

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

17. Crônicas e outros escritos de Tarsila do Amaral – Laura Taddei Brandini

Além de pintora fundamental para o desenvolvimento do ideário modernista brasileiro, Tarsila do Amaral é também autora de vasta produção escrita, publicada quase integralmente em jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro entre 1936 e 1956, e que engloba poemas, crônicas e um conto. Em sua maioria inéditos em livro, seus textos lançam luzes sobre facetas da artista pouco estudadas, porém bastante ricas, como, por exemplo, sua visão do meio artístico-cultural de São Paulo e, sobretudo, as estreitas relações da pintora com a cultura francesa, presentes nas crônicas. Nesses textos, as lembranças dos encontros com artistas europeus de vanguarda e uma extensa bibliografia francesa traduzida e comentada compõem a ponte que liga a autora Tarsila a seus leitores, e que passa pela França.

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De: R$ 80,00

Por: R$ 40,00

 

 

 

 

18. Cuidado silêncios soltos – Mário Jorge

Os escritos de Mário Jorge beiram a espontaneidade física, usando desenhos e textos ilustrados, cuja escrita existencial não deixa margem a qualquer elaboração literária e secundária. A natureza da obra de Mário não apresentava os atrativos comerciais que o universo político e cultural pós-AI-5 veio a adquirir. Foi um poeta que arriscou o diálogo autor-leitor, ambos tocados pelo drama da realidade amarga de então, mas que encontram exílio na literatura. Com o fim da ditadura, a publicação deste livro expressa a maneira pela qual os artistas daquela época expunham suas ideias.

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De: R$ 30,00

Por: R$ 15,00

 

 

 

 

19. Mascarada – Carlos Vogt

Livro de poemas breves, nos quais predomina a ironia desencadeada, cortante. Nele, abordam-se categorias universais da condição humana: as dúvidas e contradições nas quais estamos mergulhados.

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De: R$ 30,00

Por: R$ 15,00

 

 

 

 

20. Haikai – Antologia e história – Paulo Franchetti & Elza Taeko Doi

Publicado em 1990, este livro constituiu a primeira exposição sistemática da poética do haikai em língua portuguesa, bem como a primeira publicação bilíngue de um conjunto significativo de poemas. Tornou-se assim, como o demonstram as inúmeras referências e as três seguidas edições, um clássico no estudo e na divulgação da poesia japonesa no Brasil. Passado quase um quarto de século, como ainda houvesse demanda de novas tiragens, surge esta nova edição, que mantém as partes centrais do livro e acrescenta, a título de atualização, dois ensaios diretamente decorrentes das pesquisas que conduziram à redação deste volume, dedicados à história do haikai no Brasil.

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De: R$ 58,00

Por: R$ 29,00

 

 

 

 

 

21. Encantamento, Acaso, Você – Seguidos dos haicais completos – Guilherme de Almeida

Reúne três livros originalmente publicados em separado, ao longo de uma década: Encantamento (1921-25), Acaso (1924-28) e Você (1931), acrescidos de todos os haicais de Guilherme de Almeida, dispersos por outros títulos. Traz ainda uma apresentação, que se configura como um estudo da obra, uma breve biografia e notas explicativas — tudo isso de autoria de Suzi Frankl Sperber, organizadora do volume.

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De: R$ 32,00

Por: R$ 16,00

 

 

 

 

22. O colóquio dos cães – Versão bilíngue – Miguel de Cervantes

O colóquio dos cães, uma das 12 histórias publicadas por Cervantes em 1613 sob o título Novelas exemplares, é publicada em edição bilíngue (espanhol-português) pela Editora da Unicamp. Trata-se de uma conversa entre os cães Cipião e Berganza, que guardam o Hospital da Ressurreição em Valladolid, na Espanha. Ao perceber que adquiriu a faculdade de falar, Berganza decide contar a Cipião suas experiências servindo a distintos amos, em lugares como Sevilha, Córdoba e Granada. A partir da estrutura básica da novela picaresca, Cervantes questiona pressupostos e técnicas desse tipo de narrativa, refletindo sobre as relações entre literatura e realidade.

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De: R$ 30,00

Por: R$ 15,00

 

 

 

 

 

23. O Alienista – Versão bilíngue – Machado de Assis

Situada entre o conto e a novela, O Alienista é uma das obras mais célebres de Machado de Assis, apresentada agora em edição bilíngue (português-espanhol) pela Editora da Unicamp. Publicada em 1882, pode ser considerada uma das obras fundadoras do realismo na literatura brasileira. Narra a história de Simão Bacamarte, médico conceituado que se envereda pela psiquiatria e funda um hospício, a Casa Verde, onde passa a internar todas as pessoas da cidade, por considerá-las loucas.

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De: R$ 30,00

Por: R$ 15,00

 

 

 

 

 

 

24. O espelho – Esboço de uma nova teoria da alma humana – Machado de Assis

“O espelho”, que é um dos contos mais conhecidos e apreciados de Machado de Assis, apresenta e defende uma teoria: “cada criatura humana traz duas almas consigo”. Como se não bastasse um grande autor e uma boa história, a Editora da Unicamp preparou uma edição mais do que especial. Por meio de um aplicativo baixado no celular (disponível apenas para Android), este livro pode ser ouvido e assistido. Pode ainda ser confundido com o ambiente em que se dá a leitura, por meio de efeitos de Realidade Aumentada. É também acessível para surdos, que contam com tradução integral para Libras, e para pessoas com deficiência visual, em versão ePub. Leia mais no blog da Editora da Unicamp.

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De: R$ 20,00

Por: R$ 10,00

 

 

 

 

 

 

25. Bons dias! – Machado de Assis

“Bons dias!” são crônicas divertidas e sagazes de Machado de Assis, publicadas com um pseudônimo que fez com que não fossem reconhecidas como de sua autoria até a década de 1950. Têm um fascínio especial no que diz respeito às opiniões políticas do autor. A série — publicada em 1888-1889 — coincide com um momento importantíssimo na história do Brasil — a abolição da escravatura e o fim gradual e inevitável do Império. Além da política da época, trazem ainda para o leitor de hoje certos temas favoritos de Machado, como a medicina popular, os neologismos, o espiritismo. A primeira e a segunda edição deste livro estão esgotadas há muito tempo; esta terceira, atualizada, traz melhoramentos nas notas e uma nova introdução.

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

 

26. Comentários da semana – Machado de Assis

Em 1860, Machado de Assis, depois de ter sido sondado em suas convicções políticas, foi contratado pelo jornal de perfil liberal Diário do Rio de Janeiro, de que eram diretores Quintino Bocaiúva e Saldanha Marinho, os quais viriam a ser considerados dois vultos políticos do Império brasileiro. Esse acontecimento foi, sem dúvida, de grande importância para a carreira do jovem Machado, que, desde meados da década de 1850, colaborava esporadicamente ou escrevia séries relativamente curtas para a imprensa carioca do século XIX; por outro lado, abriu caminho para o início de uma atividade literária que o escritor repetiria por ainda quase 50 anos: a de cronista de variedades, alcançando grande destaque nessa posição ao longo do tempo.

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De: R$ 40,00

Por: R$ 20,00

 

 

 

 

 

27. História de quinze dias – Machado de Assis

Em julho de 1876 Machado de Assis iniciava uma nova série de crônicas quinzenais na revista Illustração Brasileira, para a qual deu o título de “História de quinze dias”. Como de costume entre os cronistas do período, não punha seu próprio nome em tais escritos, preferindo assiná-los como Manasses. Publicada ininterruptamente até abril de 1878, a série só viria a sofrer uma mudança de forma em janeiro daquele ano, quando o nome mudou para “História de trinta dias”, de modo a acompanhar a nova periodicidade da revista. Em meio às incertezas que marcavam aquela década, na qual começavam a se evidenciar as fissuras de uma organização social baseada nas relações de dependência e na escravidão, Machado tratava, naqueles escritos, de oferecer ao público uma leitura do tempo, organizado na história proposta por sua narrativa quinzenal.

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

 

28. Notas semanais – Machado de Assis

Entre 2 de junho e 1º de setembro de 1878, Machado de Assis publicou uma série de crônicas n’O Cruzeiro, sob o pseudônimo de Eleazar. Elas formam uma das mais fascinantes de todas as séries que ele escreveu para os periódicos ao longo de sua carreira — ao mesmo tempo uma das mais difíceis de entender e das mais cruciais para a compreensão de sua trajetória literária. Como sempre é o caso com Machado, as crônicas referem-se com freqüência, de maneira oblíqua, a casos, triviais ou não, relatados nos jornais, e é impossível entendê-las completamente sem as notas detalhadas que esta edição traz. O humor e a agudeza crítica machadianos sempre presentes tornam a leitura destes textos instigante e reveladora.

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

 

29. O Futuro – Machado de Assis

Este volume apresenta ao público uma nova edição da série de 16 textos que o jovem Machado de Assis publicou na revista literária luso- -brasileira O Futuro, entre setembro de 1862 e julho de 1863. Por intermédio de vasta pesquisa em diferentes arquivos e bibliotecas, as crônicas foram estabelecidas, anotadas e indexadas a partir de exemplares originais do periódico, possibilitando desse modo a correção das falhas presentes na única edição conhecida da série, há décadas fora de catálogo.

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

 

30. Osso do Coração – Zuca Sardan

“Sardan utiliza os encantos dos mitos infantis para melhor desvendar aos adultos os desencantos do mundo. São fábulas e apólogos narrados com uma delicada pena de urutau, constantemente banhada em ironia e humor sem equivalentes nas letras pátrias. É como se ele relatasse para nós a vida (o mundo) como ela (ele) é e a gente não se desse conta”. (Francisco Alvim)

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De: R$ 44,00

Por: R$ 22,00

 

 

 

 

 

31. Ás de Colete – Zuca Sardan

“Rir-se da intimidade lírica, dos ideais humanistas e das utopias políticas é praticamente um dever dos ‘modernos’, que sabemos tudo e somos mais espertos. Zuca Sardan finge acompanhar e municiar esse riso tolo, numa grande e festiva liquidação — mas seus temas revolvem, sim, o Poder, a Moral, a Ética e a Política, materializados em suas fontes e manifestações históricas mais agudas enquanto despencam no chão do estilo macarrônico. Não nos enganemos: esse estilo não dispensa vibrações subterrâneas”. (Alcides Villaça, na Apresentação)

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De: R$ 34,00

Por: R$ 17,00

 

 

 

 

 

32. O Terceiro livro dos fatos e ditos heróicos do bom Pantagruel – François Rabelais

Em tradução, pela primeira vez em português, que busca recriar a riqueza do francês renascentista de Rabelais, este é provavelmente o mais importante livro escrito pelo autor, que consegue equilibrar sátira, comédia, paródia e lirismo em doses perfeitas. O Terceiro Livro oferece não apenas um roteiro original, mas também uma amostra do que mais caracteriza o espírito humanista em sua sede implacável de conhecimento. Enciclopédico como poucas obras, proporciona ao leitor um raro e inesquecível prazer.

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De: R$ 120,00

Por: R$ 60,00

 

 

 

 

 

33. O Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos do Bom Pantagruel – François Rabelais

Escrito por François Rabelais, “O Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos do Bom Pantagruel” trata da viagem do personagem Panurge em busca de uma resposta para a dúvida: Ele deve ou não se casar? Não obstante os oráculos o avisarem de que não, ele decide buscar a palavra da Diva Garrafa, que habita numa ilha longínqua. Apesar de ser um clássico do século XV que já recebeu diversas traduções, O Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos do Bom Pantagruel ainda é um desafio literário, com passagens nem sempre bem explicadas. A nova edição que a Ateliê Editorial e a Editora da Unicamp acabam de lançar traz ilustrações feitas no século XIX pelo artista Gustave Doré e foi traduzida por Élide Valarini Oliver, professora na Universidade da Califórnia (EUA), que recebera o Prêmio Jabuti de Tradução 2007 pelo trabalho em O Terceiro Livro do Bom Pantagruel.

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De: R$ 132,00

Por: R$ 66,00

 

 

 

 

 

34. Orlando Furioso: Tomo I – Ludovico Ariosto

Loucura e razão, como a irrefreável fantasia das imagens e a construção perfeita das estrofes, dialogam em páginas famosas (Alcina Sedutora, Olímpia Traída, o Palácio de Enganos, a Ilha das Mulheres, Rodomonte em Paris, Miguel no Mosteiro, Medoro Ferido…) e em toda esta história de um louco, narrada com o sorriso de quem se diz seu igual. Narrada, ou melhor, cantada pela insuperável poesia do criador de um universo que fascinou Cervantes e Voltaire, Bandeira e Borges. Publicado há quase cinco séculos (1516, com edição definitiva em 1532), o Orlando Furioso de Ariosto é contemporâneo de nosso mundo, sempre a ponto de enlouquecer por “armas e amores”.

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De: R$ 120,00

Por: R$ 60,00

 

 

 

 

 

35. A história das aventuras de Joseph Andrews e seu amigo o Senhor Abraham Adams – Henry Fielding

Joseph Andrews tem fundas raízes literárias, como seria de esperar de um autor como Fielding, amante dos clássicos, dramaturgo em decadência e polemista incorrigível. Ao mesmo tempo, porém, é uma obra dos tempos, e as aventuras que narra abrem espaço para a crítica de costumes, a sátira política e a reflexão moral. Lê-la é como percorrer uma galeria de tipos da Inglaterra urbana e rural de meados do século XVIII, ou, mais exatamente, como examinar as telas sequenciais de William Hogarth, em que as virtudes e os vícios ingleses, muitos deles universais, são pintados com franqueza impiedosa e um sempre saudável bom humor.

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De: R$ 93,50

Por: R$ 46,75

 

 

 

 

 

36. Palmeirim de Inglaterra – Francisco de Moraes

Palmeirim de Inglaterra é uma mostra do estilo elevado de Francisco de Moraes e da segurança com que o autor domina ingredientes novelescos explorados à exaustão pelo gênero: a excelência física e moral do protagonista; sua deambulação ao acaso; o encontro com algum oponente, quase sempre com identidade oculta sob epíteto; a descrição subjetiva da paisagem, espécie de projeção do estado de espírito do cavaleiro; a imponência e a inacessibilidade do castelo “guerreiro”, promessa de grandes cousas a desafiar o combatente; a rivalidade implícita entre duas extraordinárias senhoras, Polinarda e Miraguarda, por quem quaisquer obstáculos, reais ou maravilhosos, parecem pequenos. E se ao leitor desavisado esse tipo de enredo soar a pura fantasia, vale lembrar que ele está solidamente plantado no rico imaginário do Portugal Quinhentista, como uma faceta importante do período das Navegações e dos Descobrimentos.

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De: R$ 199,00

Por: R$ 99,50

 

 

 

 

 

37. O desertor – Poema herói-cômico – Manuel Inácio da Silva Alvarenga

Publicado em 1774, faz uma crítica satírica aos hábitos e comportamentos de parte da juventude do período, firmando-se como um dos textos mais importantes para o estudo da ilustração luso-americana no século XVIII. Essa edição crítica vem preencher um vácuo na história da literatura luso-brasileira do período neoclássico, quase 150 anos após a publicação da última edição integral desta obra, em 1864.

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De: R$ 36,00

Por: R$ 18,00

 

 

 

 

 

38. Os cantos de Maldoror – Lautréamont

Os Cantos de Maldoror estão divididos em seis cantos contendo estrofes redigidas em prosa poética. Este texto singular, que o próprio escritor chama de “incandescente”, gira em torno de um herói maldito, Maldoror, que, desde o primeiro canto, dedica sua carreira ao mal, travando um combate sem tréguas com o Criador, o Homem e ele próprio. Em perpétuo diálogo com o romantismo e o texto antigo – particularmente com Homero –, esta obra é, entretanto, inclassificável, transitando constantemente do registro poético ao épico, antes de desembocar, no sexto canto, na paródia endiabrada de um “pequeno romance de trinta páginas”. Um livro que não se pode resumir em 10 ou 50 linhas, Os Cantos de Maldoror assombram o leitor pela violência verbal e das ações, e tem feito a crítica pensar no parentesco de Lautréamont com o Marquês de Sade e toda a “literatura do mal” anterior e posterior a ele.

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

Todos os títulos da Coleção Cadernos de Desenhos e da Coleção Lvmina também estão na promoção. Vale a pena conferir essas obras belíssimas!

39. Anita Malfatti

“Os cadernos de desenhos de Anita são reveladores da multiplicidade de orientações de sua produção, dos percalços, das hesitações, dos êxitos, bem como da centralidade que o desenho ocupou ao longo de sua trajetória. Se para muitos artistas, ainda em inícios do século XX, tal prática constituía uma etapa fundamental para uma formação artística plena, para Anita Malfatti consistia em um desafio ainda maior, pois dominar o desenho significava ultrapassar suas próprias limitações pessoais.” (Ana Paula Cavalcanti Simioni e Ana Paula Felicissimo Camargo Lima)

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

40. Eliseu Visconti

“Não contemplamos obras acabadas, mas trabalhos em andamento. É justamente por isso que esses desenhos nos atraem. Eles mostram a agilidade do traço, as variações de texturas e tracejados, as experiências com diversos enquadramentos. Por meio deles, acompanhamos as tentativas, hesitações e descobertas de Visconti. É como se abríssemos o diário íntimo do pintor.” (Ana Maria Tavares Cavalcanti)

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De: R$ 35,00

Por: R$ 17,50

 

 

 

 

41. Fayga Ostrower

“Um desenho simplificado de cada gravura abre a página, com uma enigmática numeração correspondente. Algumas vezes, anotações descrevem as cores empregadas para a impressão. Tudo muito simples, sem artifícios. A seguir, aparecem os números da edição e, ao lado de cada um, o seu comprador. Em traços rápidos, o suficiente para indicar à memória da artista a que obra se referem, os desenhos são concisos, puro gesto e espontaneidade, que vão desvendar a estrutura interna de cada composição, a essência das formas propostas. E ali estavam a servir apenas para que a artista pudesse reconhecer cada gravura.” (Carlos Martins)

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

42. Flávio de Carvalho

Este volume reproduz as 105 ilustrações publicadas entre 4 de março e 21 de outubro de 1956, para acompanhar os 39 artigos da coluna “A Moda e o Novo Homem”, assinada por Flávio de Carvalho no Diário de S. Paulo. 

Influenciado pelos escritos do antropólogo escocês James Frazer (1854-1941), de Sigmund Freud (1856-1939) e do naturalista Charles Darwin (1809-1882), Flávio mescla nos artigos de “A Moda e o Novo Homem” fundamentos de Totem e tabu (1913) e d’A psicologia das massas (1921), de Freud, à teoria da cultura de O ramo de ouro (1922), de Frazer, e às ideias formuladas por Darwin em A origem das espécies (1859), estabelecendo uma de suas mais intrigantes proposições. 

As ilustrações, que tomam por referência animais pré-históricos e subaquáticos, pinturas, esculturas e objetos de vários períodos e povos, tapeçarias, ilustrações de moda, cerâmicas marajoaras, africanas e neozelandesas, não constituem uma história da moda, um catálogo cronológico, ordenado e inteligível dos hábitos coletivos e transitórios de se vestir; antes, evidenciam a combinação de interesses do autor pela etnografia, pela psicanálise, pela sociologia e pela biologia e a extensa pesquisa que subsidiou esse trabalho.

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De: R$ 60,00

Por: R$ 30,00

 

 

 

 

43. Iberê Camargo

Este livro apresenta os primeiros desenhos de Iberê Camargo, feitos ainda em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, passa por seu período de formação em Roma e Paris, e segue sua carreira de desenhista até às vésperas de sua morte. O livro mostra que o artista seguiu os passos dos tratadistas italianos do Renascimento, que enfatizaram a importância do desenho na formação dos pintores e escultores. Assim, entende-se que o artista que se dizia afastado de correntes e tendências esteve intimamente ligado à secular tradição da pintura ocidental. As imagens pertencem ao acervo da Fundação que leva seu nome e muitos dos desenhos são aqui publicados pela primeira vez.

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De: R$ 70,00

Por: R$ 35,00

 

 

 

 

44. Marcello Grassmann

Este volume reúne desenhos de diferentes épocas, desde os primeiros projetos para entalhe em madeira, feitos no início da década de 1940, até os inquietos e vigorosos desenhos realizados em 2009. Grassmann é um desenhista hábil e obsessivo. Sua linha vigorosa e expressiva nos conduz ao universo onde habitam seus seres, universo esse único, intenso e por vezes sinistro, sempre permeado pela poesia. Transita com maestria pelas experimentações e pelos procedimentos técnicos inovadores, sempre ancorados na melhor tradição gráfica. (Lygia Eluf)

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De: R$ 60,00

Por: R$ 30,00

 

 

 

 

45. Renina Katz

Renina Katz foi discípula dos mestres gravadores Carlos Oswald e Axel Leskoschek e é um exemplo de ética e beleza. Em seu trabalho, a magia do processo e a construção da obra são coadjuvantes: o apuro técnico, a fineza gráfica, as veladuras e transparências sempre presentes tornam-se testemunhas de sua seriedade e competência como artista. Foi responsável direta pela formação de diversas gerações de jovens artistas, seja em sua atividade de 30 anos como professora, seja na coerência profissional como uma das artistas mais respeitadas no país. Nos anos 1950 a relação entre gravura e política era direta e Renina teve representação atuante nesse momento. Seu realismo socialista parte do registro do visível, da observação d’après nature, como ela mesma afirma. Os brancos e negros de sua obra gráfica traduzem a visão de mundo dos personagens e seus objetos. A partir da década de 1960 abandona a militância política e abre caminho para uma obra singular em que a cor estrutura o caminho para uma paisagem abstrata, fruto da contemplação, que permanece até hoje. (Lygia Eluf)

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

46. Das coisas do campo – Marco Terêncio Varrão

Em Das coisas do campo (De re rustica), obra de velhice do escritor romano Marco Terêncio Varrão (116-27 a.C.), decerto o maior erudito dos tempos de Júlio César, expõem-se ao público muitos saberes e técnicas atinentes à economia rural itálica coeva. O assunto de seus três livros, assim, corresponde, respectivamente, à agricultura e à arboricultura, à pecuária de grande e pequeno porte e à uillatica pastio, ou criação de animais miúdos – aves, peixes, caracóis, lebres, abelhas… – nos entornos das uillae, as casas-sede das antigas propriedades fundiárias romanas. O modo de escrita escolhido para a transmissão desses saberes “agronômicos”, que se afina com os ditames do gênero antigo do diálogo, contribui para o enriquecimento literário e a vivacidade expositiva do texto: esse acolhe a interagirem ficcionalmente personagens como o próprio Varrão e seu sogro, Fundânio, em leves, bem-humoradas e, por vezes, eruditas “conversas” sobre os temas da vida rural na Roma republicana.

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De: R$ 50,00

Por: R$ 25,00

 

 

 

 

 

47. Enéada III. 8 [30] – Sobre a natureza, a contemplação e o Uno – Plotino

A influência, direta e indireta, de Plotino (c. 205 – 270 d.C.) sobre a cultura ocidental ainda não foi mapeada com precisão. Já se disse, talvez sem exagero, que ele foi o verdadeiro mestre não apenas dos filósofos medievais, mas também dos modernos. Embora se considerasse apenas um exegeta de Platão e dos antigos sábios, Plotino – que recebeu no século XIX a alcunha de Neoplatônico – construiu uma obra altamente original, em que a experiência espiritual é indissociável da racionalidade, e que raro deixa indiferente aquele que dela se aproxima. Seus escritos foram editados por Porfírio, seu discípulo e amigo, que os intitulou Enéadas, “novenas”, por tê-los organizado em seis grupos de nove tratados. O tratado “Sobre a natureza, a contemplação e o Uno”, o oitavo da terceira Enéada, dentre vários célebres e de rica posteridade, é certamente um dos mais representativos da obra plotiniana.

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De: R$ 48,00

Por: R$ 24,00

 

 

 

 

 

48. Eneida Brasileira – Tradução poética da epopéia de Públio Virgílio Maro

No ano em que se celebram os 150 anos da publicação do Virgílio Brasileiro — a tradução poética do maranhense Odorico Mendes de toda a obra de Virgílio —, a Editora da UNICAMP, com o apoio da FAPESP, reedita sua segunda versão da Eneida Brasileira, que fazia parte daquele livro, publicado na França em 1858. A obra maior de Virgílio ganha de Odorico uma tradução esmerada, que busca recriar em português os efeitos de som, ritmo e ordem expressiva das palavras do original latino. Segundo Gonçalves Dias, Odorico Mendes “metrifica como um rei” e em sua época dominava a língua portuguesa como ninguém mais. Com esta edição bilíngüe, ricamente anotada e comentada livro por livro pelo grupo de pesquisa “Odorico Mendes” da UNICAMP, o leitor poderá adentrar no laboratório poético desse tradutor extraordinário, pioneiro da tradução criativa entre nós e autor de muitos versos dignos de figurar em antologias da melhor poesia escrita em língua portuguesa.

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De: R$ 80,00

Por: R$ 40,00

 

 

 

 

49. Estico de Plauto

Edição com estudo introdutório e tradução anotada da comédia Estico, inédita no Brasil. O autor da obra original Plauto (séc. III-II a.C.) foi grande influência para gênios como Camões, Shakespeare, Molière e, mais recentemente, escritores brasileiros como Guilherme Figueiredo e Ariano Suassuna.

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De: R$ 40,00

Por: R$ 20,00

 

 

 

 

50. Farsália – Cantos de I a V – Lucano

Apesar de já ter ocupado um posto de relevo na poesia ocidental — amado e imitado que foi por poetas como Dante, Petrarca e Goethe —, o grande poema épico da guerra fratricida entre César e Pompeu, a Farsália, até recentemente era pouco estudado e quase desconhecido do público leigo, ao contrário de sua grande predecessora, a Eneida, com a qual, aliás, os versos de Lucano dialogam de forma sutil. Mas, há algumas décadas, a Farsália voltou a atrair a atenção dos estudiosos, que, justamente, a tratam como o poema épico singular que é, epopeia desprovida de deuses e de heróis, em sua visão desencantada e sombria da história. O leitor brasileiro finalmente pode ter acesso — e privilegiado — a esse poema grandioso, na tradução poética do professor Brunno V. G. Vieira, que, em versos dodecassílabos e em diálogo com o que de melhor produziu a nossa prática de tradução dos clássicos, apresenta aqui, em edição bilíngue ricamente anotada, os cinco primeiros cantos da obra, primeira fase de sua empreitada notável de um Lucano em forma poética no português do Brasil. (Paulo Sérgio de Vasconcellos)

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De: R$ 72,00

Por: R$ 36,00

 

 

 

 

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